- Brasil já tem 100.720 escolas públicas conectadas à internet gratuita e de qualidade para uso pedagógico, segundo o Indicador Escolas Conectadas (Inec).
- A meta é conectar todas as 138 mil escolas públicas da educação básica até o fim de 2026, dentro da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas.
- O índice de conectividade aumentou de 45,4% em 2023 para 72,9% em abril deste ano, com avanços contínuos nos últimos anos.
- O ministro das Comunicações aponta que a ampliação reduz desigualdades regionais, abrindo mais oportunidades de aprendizagem e mercado de trabalho.
- O Norte registrou o maior crescimento proporcional: 23,6% em dezembro de 2023 para 64,3% em abril deste ano, após aumento gradual desde 2024.
Brasil ultrapassou a marca de 100 mil escolas públicas com acesso à internet gratuita e de qualidade para uso pedagógico. Segundo o Indicador Escolas Conectadas (Inec), o país soma 100.720 instituições conectadas dentro dos parâmetros do governo federal. A meta é conectar todas as 138 mil escolas públicas de educação básica até 2026.
O programa A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec) é coordenado pelos ministérios da Educação e das Comunicações, em parceria com estados e municípios. O avanço já é considerado histórico para a inclusão digital no setor público de ensino.
O Ministério das Comunicações destacou o esforço de infraestrutura iniciado em 2023 como fator central para o crescimento. A ampliação da conectividade busca reduzir desigualdades educacionais, especialmente em regiões isoladas, ampliando oportunidades de aprendizado e de acesso ao mercado de trabalho.
Avanço regional
O Norte registrou o maior ganho proporcional, com melhoria de conectividade ao longo de 2024 e 2025. Em 2023, 23,6% das escolas tinham internet adequada; esse índice subiu para 36,7% em 2024, 60,5% em 2025 e 64,3% em abril deste ano.
A iniciativa é coordenada pelos Ministérios das Comunicações e da Educação e é executada pela Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (EACE). O governo afirma que o programa reduziu desigualdades regionais, levando conectividade de qualidade a escolas antes isoladas digitalmente.
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