- Lanús venceu a final da Copa Sul-Americana em Assunção, com Losada defendendo cobranças na disputa de pênaltis.
- O empate ficou no tempo regulamentar e na prorrogação, resultando no título decidido nos pênaltis.
- O Atlético-MG dominou a posse e criou boas oportunidades, mas não marcou diante da atuação decisiva do goleiro argentino.
- Hulk foi lembrado como cobrador da primeira penalidade defendida por Losada; Reinier esteve ausente na final.
- A imprensa espanhola, especialmente o Diario AS, destacou o feito do Lanús como histórico e a quebra do domínio brasileiro.
A final da Copa Sul-Americana ocorreu em Assunção, Paraguai, entre Lanús e Atlético-MG. O Lanús venceu nos pênaltis após empatar o tempo regulamentar e a prorrogação, com destaque para a atuação do goleiro Losada, que defendeu três cobranças. O Atlético-MG dominou posse de bola e criou as melhores chances, mas não conseguiu transformar a superioridade em gols. O resultado encerra o favoritismo amplamente reconhecido antes do jogo e marca a estreia do Lanús em uma conquista histórica da competição.
Quem esteve na história foi Losada, cuja performance ficou marcada como símbolo do título. No primeiro pênalti defendido, Hulk viu o chute ser paralisado pelo arqueiro argentino, seguido por outra defesa em cobrança de Biel. Além disso, houve cobrança intermediária parada pelo goleiro. O Lanús, com elenco experiente e emocionalmente estável, conseguiu sustentar o empate e levou a taça para casa.
Pré-jogo e contexto: a imprensa espanhola já havia descrito o duelo como confronto entre Davi e Golias, ressaltando o Lanús como equipe organizada e em uma das melhores temporadas de sua história, mesmo com investimento menor. A vitória do Lanús representa, para a cobertura internacional, uma quebra no domínio brasileiro na competição, e reforça a narrativa de um time histórico que superou as expectativas diante do favoritismo do Atlético-MG. A ausência de Reinier, mantida por Sampaoli, também ficou no foco da análise pós-final.
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