- Kitakyushu, Japão, recebe entre quinta (25) e domingo (30) a segunda etapa da Copa do Mundo de Skate Street, com 40 atletas de cada gênero e transmissão pela Worldskate.tv a partir das semifinais.
- O Brasil levará dez representantes no total: sete homens (Kelvin Hoefler, Giovanni Vianna, Felipe Gustavo, Ivan Monteiro, Filipe Mota, João Lucas Alves, Wallace Gabriel) e três mulheres (Pâmela Rosa, Isabelly Ávila, Maria Almeida).
- Rayssa Leal não compete, dedicando-se à reta final do ensino médio; a delegação brasileira busca manter desempenho de destaque.
- Rivalidade internacional traz atletas japoneses de peso, como Momiji Nishiya, Coco Yoshizawa e Yuto Horigome, disputando em casa.
- Em 2025, nenhuma brasileira chegou à final na etapa única do ano; uma disputa prevista nos EUA em setembro foi cancelada dois meses antes.
Entre quinta-feira (25) e domingo (30), Kitakyushu, no Japão, recebe a segunda etapa da Copa do Mundo de Skate Street. O Brasil envia 10 atletas, distribuídos entre masculinos e femininos, na disputa que aponta ao ranking da World Skate e à classificação olímpica.
Entre as mulheres, Pâmela Rosa, Isabelly Ávila e Maria Almeida vão à briga pelo pódio. Entre os homens, sete representantes: Kelvin Hoefler, Giovanni Vianna, Felipe Gustavo, Ivan Monteiro, Filipe Mota, João Lucas Alves e Wallace Gabriel. Rayssa Leal, por sua vez, não compete para focar nos estudos.
Participantes e rivalidade local
A competição acontece com 40 atletas por gênero, passando pela classificatória e quartas, até chegar às semifinais e à final. Na semifinais, os competidores realizam duas voltas e duas manobras, com as melhores somando pontos para avançar. A final terá três voltas e três manobras para cada atleta.
Entre as rivais internacionais, destacam-se as japonesas Momiji Nishiya e Coco Yoshizawa, além do bicampeão olímpico Yuto Horigome, que disputam em casa. O formato da etapa também envolve transmissão pela Worldskate.tv a partir das semifinais, com a decisão ocorrendo no fim do evento.
Contexto e calendário
A edição de 2025 já registrou uma etapa sem finalistas brasileiros, reforçando o desafio da temporada. Além disso, havia uma disputa prevista para setembro nos Estados Unidos, cancelada dois meses antes. O desempenho da delegação brasileira é acompanhado de perto pela imprensa especializada, em busca de manter o país competitivo no cenário mundial.
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