- Andrea Kimi Antonelli (Mercedes) ficou em sétimo na classificação geral com 150 pontos e teve três pódios, sendo o mais jovem entre os calouros a subir ao pódio em três ocasiões.
- Gabriel Bortoleto terminou em quociente 19º, com 19 pontos, sendo o último entre os cinco calouros que seguiram em 2026, apesar de ter feito uma temporada consistente com carro considerado fraco.
- Isack Hadjar (RB) ficou em 12º lugar com 51 pontos e um pódio, chegando a ocupar o top três em algumas provas.
- Oliver Bearman (Haas) terminou em 13º com 41 pontos e um pódio, incluindo quarto lugar no México, melhor resultado da temporada.
- Liam Lawson (RB) fechou em 15º com 38 pontos, sem pódios, mas com alguns top-10 ao longo do ano.
Em 2025, cinco calouros disputaram a temporada de Fórmula 1. O italiano Andrea Kimi Antonelli, da Mercedes, foi o melhor entre eles, com três pódios e 7º no Mundial. Gabriel Bortoleto, brasileiro, chegou com pontuação isolada e manteve-se consistente em um carro considerado inferior.
Ao fim do ano, a configuração da turma chamou atenção: cinco estreantes seguiram em 2026, com desempenho variado nas 24 corridas. Antonelli liderou o grupo, seguido por Hadjar e Bearman, enquanto Lawson encerrou entre as primeiras posições. Bortoleto terminou em 19º, marcando o pior resultado entre os novatos.
O panorama mostra que, apesar das dificuldades iniciais, houve evolução expressiva ao longo do ano, com mudanças de equilíbrio entre equipes e estratégias. A seguir, o balanço individual dos calouros que disputaram a temporada 2025.
1º – Kimi Antonelli (Mercedes) – 7º colocado
- Pontos: 150
- Pódios: 3
- Melhor posição: 2º
Prodígio italiano chegou à F1 direto da Fórmula 2 e brigou pela liderança em várias etapas. Pontuou em 16 das 24 provas, com destaque para os pódios no Canadá, Interlagos e Las Vegas. Enfrentou quedas técnicas e uma batida com Verstappen na Áustria, mas manteve regularidade.
Sua temporada iniciou com boa atuação na Austrália, mesmo diante de condições adversas. A jornada incluiu uma vitória na etapa de Montreal e confirmação como o piloto mais jovem a somar pódios pelo time alemão. A Mercedes terminou em segundo no campeonato de construtores, impulsionada pelos pontos dele.
2º – Isack Hadjar (RB) – 12º colocado
- Pontos: 51
- Pódios: 1
- Melhor posição: 3º
Hadjar abriu a temporada com desempenho irregular, inclusive batendo na volta de reconhecimento na Austrália. Somou pontos pela primeira vez em Suzuka e, na sequência, alternou bons resultados com resultados abaixo do esperado.
O francês marcou seu melhor resultado no GP da Holanda, onde ficou em terceiro. Ao longo do ano, tornou-se referência para a RBR, recebendo elogios de pares e da imprensa. O ritmo manteve-se instável, e o piloto encerrou com 51 pontos, parte de uma disputa interna entre equipes de ponta.
3º – Oliver Bearman (Haas) – 13º colocado
- Pontos: 41
- Pódios: 0
- Melhor posição: 4º
Bearman começou com expectativa alta após passagem pela Ferrari. Firmou-se na Haas e conquistou seus primeiros pontos na China, seguido por resultados no Japão e no Bahrein. Teve um momento tenso no treino da Inglaterra, com repercussão de penalização de grid.
Conseguiu um quarto lugar no México, sua melhor posição, em meio a disputas acirradas entre pilotos do top‑5. Apesar de oscilações, terminou a temporada com 41 pontos, superando outros novatos em termos de desempenho.
4º – Liam Lawson (RB) – 15º colocado
- Pontos: 38
- Pódios: 0
- Melhor posição: 5º
A estreia de Lawson na RB não rendeu imediatamente, com ausência de pontos na Austrália e na China. Na sequência, manteve presença no top 10 em parte da temporada, atingindo cinco posições de destaque.
O neozelandês chegou a um quinto lugar no Azerbaijão, resultado que representou o melhor desempenho individual entre os calouros. Ao final, somou 38 pontos, ficando próximo de Hadjar e à frente de outros novatos.
5º – Gabriel Bortoleto (desempenho geral) – 19º colocado
- Pontos: 19
- Melhor posição: 6º
Bortoleto iniciou a temporada em um carro considerado o pior do grid, com dificuldades técnicas e operacionais. Mesmo assim, o brasileiro manteve uma trajetória de evolução, marcando seus primeiros pontos apenas na metade da temporada após uma sequência de abandons.
A campanha foi marcada por altos e baixos, com o último top 10 vindo no México. Ao final, ficou com 19 pontos, a pior posição entre os cinco novatos que seguiram para 2026. O desempenho interno da equipe permitiu avaliação para ajustes no ano seguinte.
Desempenho geral dos novatos da Fórmula 1
- A temporada 2025 registrou a presença de cinco calouros que migraram para o grid de 24 corridas. Antonelli manteve atuação de ponta, com três pódios e 150 pontos.
- Hadjar e Bearman consolidaram-se como novatos competitivos, com pódios e resultados consistentes, ainda que com oscilações.
- Lawson apresentou evolução gradual, encerrando entre as primeiras posições dos estreantes.
- Bortoleto, mesmo com carro menos competitivo, mostrou capacidade de superar dificuldades e somou pontos, fechando na parte baixa do ranking.
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