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Guilherme Madruga, vencedor do Puskas, relembra premiação

Em férias em Campo Grande, Guilherme Madruga relembra o Puskás 2023 e reapresentação ao Shandong Taishan marcada para quatro de janeiro de dois mil e vinte e seis

Guilherme Madruga, brasileiro do Cuiabá e ex-Botafogo-SP, concorrente ao Prêmio Puskás — Foto: Adrian Dennis/AFP
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  • Guilherme Madruga, 24 anos, vencedor do Prêmio Puskás 2023, atua no Shandong Taishan, da China.
  • Durante as férias em Campo Grande, o jogador relembrou a premiação em Londres e a emoção de vencer o Puskás.
  • A reapresentação ao Shandong Taishan está marcada para o dia 4 de janeiro de 2026.
  • Madruga viveu a primeira experiência fora do Brasil em 2025 e avalia positivamente morar no exterior.
  • Ele comentou sobre as diferenças entre o futebol brasileiro e o chinês, destacando a evolução da liga a cada ano.

Guilherme Madruga, volante de 24 anos e vencedor do Prêmio Puskás 2023, está de férias em Campo Grande após seu primeiro ano no futebol chinês. O jogador atua no Shandong Taishan e tem reapresentação marcada para o dia 4 de janeiro de 2026.

Madruga passou a última semana na capital de Mato Grosso do Sul, visitando a família na cidade natal. Em entrevista, relembrou a celebração em Londres e a emoção de ter vencido o Puskás, em 2023.

Desde o início de 2025 no Shandong Taishan, o atleta disse estar satisfeito com a experiência no exterior. A reapresentação ao clube está prevista para os primeiros dias de 2026, quando retorna à China.

Premiação e memória

O volante destacou que a vitória no Puskás ainda gera surpresa diária, lembrando que o Brasil já teve outros vencedores, Neymar (2011) e Wendell Lira (2015). A vitória é considerada uma bênção, segundo Madruga.

Sobre a adaptação ao futebol chinês, Madruga avalia a liga como de alto nível e em constante evolução. Ele ressaltou que a temporada na China costuma ser mais curta e as exigências físicas, diferentes do Brasil, são relevantes.

Vida fora do Brasil

Durante as férias, o jogador confirmou ter aproveitado para ficar perto da família e dos amigos. Em tom leve, brincou que também tomou tereré, típico de Mato Grosso do Sul, entre visitas aos parentes.

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