- Edu Gaspar está próximo de sair do Nottingham Forest, segundo o jornal The Telegraph.
- Ele não foi consultado pela diretoria antes da demissão do técnico Sean Dyche.
- O gerente tem sido marginalizado desde a saída de Nuno Espírito Santo, ainda em 2025.
- O clube desembolsou duzentos milhões de libras em reforços e treinadores, sem obter resultados e corre risco de rebaixamento.
- Vitor Pereira foi contratado como última aposta para salvar a temporada; o Forest ocupa a 17ª posição na Premier League com 27 pontos.
Edu Gaspar, diretor executivo do Nottingham Forest, está cada vez mais próximo de deixar o clube inglês. Segundo o Telegraph, o brasileiro contratado em julho de 2025 tem sido escanteado nas decisões estratégicas do time nas últimas semanas.
A publicação aponta que Edu não foi consultado pela diretoria na demissão do técnico Sean Dyche, o terceiro comandante da equipe em pouco tempo. A marginalização do executivo teria começado ainda após a saída de Nuno Espírito Santo, no início de 2025, segundo o Telegraph.
Situação interna e gastos
O Telegraph afirma que, após Dyche, o clube apostou em Ange Postecoglou como segundo nome e, depois, em Dyche novamente, sem envolver Edu em conversas decisivas. A decisão de demitir o treinador ocorreu após pressões de jogadores experientes e de Evángelos Marinákis, dono do clube, que optou pela mudança.
Além das trocas de técnico, a gestão também recebeu críticas por contratações que não renderam. Entre os atletas mencionados em avaliações negativas estão o lateral Oleksandr Zinchenko, ex-Arsenal, e o brasileiro Douglas Luiz. O Forest já investiu cerca de 200 milhões de libras em reforços e custos com treinadores, sem confirmar resultados expressivos e corre o risco de rebaixamento na Premier League.
No momento, Vítor Pereira, ex-Corinthians e Flamengo, foi contratado como aposta para a recuperação da temporada. O Nottingham Forest ocupa a 17ª posição na liga, com 27 pontos, e luta para evitar a queda à Championship. Um desfecho envolvendo a saída de Edu Gaspar é apresentado pelo Telegraph como inevitável a depender do foco da diretoria nos próximos jogos.
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