- Marcelo Frazão, vice‑presidente da WTorre, comentou a troca do gramado do Allianz Parque e a polêmica sobre gramado sintético em entrevista ao CNN Esportes S/A.
- A obra foi planejada para manter o estádio moderno, com início no começo do ano e retomada dos jogos em março, buscando reduzir impactos no calendário.
- O investimento total fica em torno de 12 milhões de reais e envolve atualização tecnológica para melhor performance tanto para shows quanto para futebol.
- Sobre o gramado sintético, o executivo afirmou que não é a grama de society, que passa por testes rigorosos e está autorizado; é utilizado por clubes da Série A, incluindo o Palmeiras.
- O modelo de negócio prevê compartilhamento de receitas entre WTorre e Palmeiras, com benefícios para shows, patrocínios e alimentação, reduzindo conflitos operacionais.
Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre, detalhou a troca de gramado do Allianz Parque e o debate sobre o uso de grama sintética. A entrevista foi ao CNN Esportes S/A, neste domingo (22). O executivo explicou o planejamento, o modelo de compartilhamento com o Palmeiras e os objetivos da modernização.
Segundo ele, a obra busca manter o estádio alinhado aos padrões mais modernos do mercado. A substituição do gramado ocorre dentro de um cronograma que visa reduzir impactos no calendário esportivo. A previsão é retomar os jogos em março.
Frazão destacou que a atualização acompanha a evolução tecnológica e atende demandas do entretenimento e do futebol. O investimento total fica em torno de 12 milhões de reais, conforme o executivo, e beneficia rapidez de montagem de shows e a jogabilidade.
Sobre o gramado sintético
O dirigente diferenciou o modelo profissional de outras superfícies sintéticas, enfatizando testes rigorosos no futebol profissional. A grama sintética, citada por ele, é utilizada por Palmeiras e por seis clubes da Série A, dentro de regras aprovadas pela FIFA.
Ele explicou os critérios técnicos: teste de kick da bola, distância de rolagem e diversos KPIs que asseguram qualidade de jogo. O material é reconhecido como opção valorizada internacionalmente e para uso em competições da Conmebol.
Relação com o Palmeiras e impactos econômicos
Frazão detalhou o modelo de negócio e o efeito sobre as receitas da arena e do clube. O aumento de shows, patrocínio e consumo no setor de alimentos e bebidas eleva o faturamento, com repasse proporcional ao Palmeiras. O modelo é visto como equilibrado entre as partes.
O executivo ressaltou que o compartilhamento ocorreu de forma a reduzir conflitos operacionais. Dados indicam que o acordo financeiro favorece o aumento de faturamento de ambas as partes, mantendo alinhamento de interesses.
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