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CBF prioriza renovação com Ancelotti e acordo contratual até 2030

CBF foca renovação com Carlo Ancelotti até 2030 após acerto com Sadia; contrato não prevê aumento para o treinador, mas reajustes vão para a comissão técnica

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  • A CBF prioriza renovar o contrato de Carlo Ancelotti até 2030, após fechar o patrocínio com a Sadia.
  • O treinador tem contrato até julho e há um acordo verbal para estender por mais quatro anos, até a Copa de 2030, conforme já declarou publicamente.
  • O acerto foi antecipado pela ESPN em dezembro; a assinatura deve ocorrer nos próximos dias, antes da convocação de 16 de março para amistosos contra França e Croácia nos Estados Unidos.
  • Não haverá aumento salarial para Ancelotti, que hoje recebe 10 milhões de euros anuais; a comissão técnica terá reajustes para quatro integrantes.
  • A renovação mantém a possibilidade de Ancelotti disputar duas Copas consecutivas pelo Brasil, mantendo a tradição de técnicos que dirigiram a seleção em duas edições seguidas.

O que aconteceu: a CBF prioriza fechar a renovação com Carlo Ancelotti para dirigir a seleção brasileira, após o acerto do patrocínio com a Marfrig, dona da Sadia. O acordo está alinhavado, mas ainda não foi assinado.

Quem está envolvido: Carlo Ancelotti, a diretoria da CBF e a comissão técnica (Paul Clement, Francisco Mauri, Mino Fulco e Simone Montanaro). O patrocínio com a Sadia, via a nova parceira Marfrig, também é parte do contexto.

Quando e onde: a negociação foi adiantada pela ESPN em dezembro; o anúncio deve ocorrer nos próximos dias, antes da convocação de 16 de março para amistosos nos EUA, em Boston e Orlando, contra França e Croácia.

Por que: a renovação visa dar continuidade ao trabalho técnico com o objetivo de alcançar a Copa do Mundo de 2030. Ancelotti já confirmou publicamente o desejo de permanecer por quatro anos, mantendo o projeto até o torneio em solo 2030.

Detalhes do acordo: o acordo não prevê aumento salarial para Ancelotti, que já recebe cerca de 10 milhões de euros por ano. O que muda é reajuste para os quatro membros da comissão técnica: Clement, Mauri, Fulco e Montanaro.

Impacto para a equipe: a permanência de Ancelotti pode viabilizar duas Copas consecutivas com o Brasil, repetindo trajetórias históricas de técnicos como Tite, Telê Santana e Zagallo.

Outros pontos: até o momento, as partes já trocaram minutas do contrato; o dossier com a Marfrig foi um entrave recente para a assinatura. A decisão final depende de alinhamento entre CBF e patrocinador.

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