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Encerramento das Olimpíadas de Inverno emociona na Arena de Verona

No encerramento em Verona, o Brasil conquista ouro histórico com Lucas Pinheiro e se despede de Edson Bindilatti, ícone do bobsled brasileiro

A Arena de Verona foi palco da cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Inverno (Foto: Reprodução X/@JogosOlimpicos)
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  • A Arena de Verona sediou o encerramento das Olimpíadas de Inverno, com iluminação, cenografia que mistura estilo romano e estética contemporânea, além de apresentações de ópera, teatro e dança e show do DJ Gabry Ponte.
  • A passagem da bandeira olímpica simbolizou a transferência de sede, e a Marselhesa ganhou versão híbrida, com parte instrumental, voz a capela e batidas eletrônicas sob regência.
  • Edson Bindilatti, porta-bandeira brasileira, encerra sua trajetória olímpica aos 46 anos, após seis participações, destacando-se por profissionalizar o bobsled no Brasil.
  • Lucas Pinheiro conquistou a primeira medalha do Brasil nas Olimpíadas de Inverno, ao vencer o ouro na prova de slalom, com tempo de 2min25s.
  • No slalom gigante, Pinheiro ficou à frente de favoritos, enquanto o pódio ficou com os suíços Marco Odermatt e Loïc Meillard; o Brasil passou a integrar o grupo de oito países que já medalharam na prova, sendo a única nação sem neve com esse feito.

A Arena de Verona sediou a cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Inverno, com apresentações musicais, teatrais e de dança. O evento combinou estética clássica romana com elementos modernos, em um cenário iluminado e cenográfico.

Ao longo da noite, houve performances de ópera, encenadas junto a peças teatrais e coreografias, além de um set do DJ italiano Gabry Ponte. Ele tocou um remix de Blue (Da Ba Dee), em referência ao hit de Eiffel 65, com reedição em 2023.

A passagem da bandeira olímpica simbolizou a transferência de sede. O encerramento incluiu uma versão híbrida da Marselhesa, começando instrumental, com vocais a capela no meio e batidas eletrônicas ao final, conduzidas por maestro e orquestra.

Campanha histórica do Brasil

A delegação brasileira foi destaque no encerramento, com Edson Bindilatti atuando como porta-bandeira. Aos 46 anos, o baiano encerrou sua trajetória olímpica após seis participações, consolidando-se como referência do esporte de inverno no Brasil.

Bindilatti atuou como piloto e mentor no bobsled, tendo liderado o Brasil nas quatro finais olímpicas na modalidade. Ao mesmo tempo, Lucas Pinheiro garantiu a primeira medalha do Brasil em Inverno, ao vencer o ouro na prova disputada.

Na prova de slalom gigante, Pinheiro superou favoritos e consolidou o feito histórico para a América Latina. O pódio ficou com Marco Odermatt em prata e Loic Meillard em bronze, atrás do brasileiro, que levou o ouro com tempo de 2min25s.

Pelo quadro de medalhas, oito países já haviam conquistado ouro nessa disciplina. Com a vitória brasileira, o Brasil passou a integrar o grupo das nações com pódio no slalom gigante, somando novo capítulo ao esporte nacional.

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