- O CEO da Soccer Grass, Alessandro Oliveira, detalha a troca do gramado do Allianz Parque e afirma a possibilidade de o estádio receber a final do Paulistão no dia 8 de março.
- Durante a janela de shows, a base foi reparada e 95% da grama foi instalada em dois dias, com mais de 18 instaladores atuando; chuvas em São Paulo podem atrasar o cronograma.
- A equipe depende de uma janela de tempo seca para avançar com a areia seca e a cortiça; se chover, pode atrasar a conclusão, mas a meta é deixar o campo pronto para uso na eventual final.
- A grama nova é de última geração, atende aos requisitos da FIFA e pode durar mais de seis anos; é a primeira aplicação no Brasil a seguir o novo manual de 2024.
- Alessandro afirma que não há evidências de que o gramado sintético cause mais lesões e que os testes da FIFA são rigorosos, sustentando que a troca não seria necessária se houvesse problemas de segurança.
O CEO da Soccer Grass, Alessandro Oliveira, concedeu uma entrevista exclusiva à ESPN sobre a troca do gramado sintético do Allianz Parque, casa do Palmeiras. A empresa assume a obra durante a janela de shows, com expectativa de conclusão que permita uso para uma possível final do Paulistão em 8 de março.
Ele detalhou o andamento técnico: a base foi reparada e regularizada, 95% da grama foi instalada em dois dias, com mais de 18 instaladores atuando simultaneamente. Chuvas em São Paulo podem atrasar a conclusão, mas a equipe trabalha para entregar o campo pronto, caso haja final no estádio.
Oliveira explicou que, sem chuva, a instalação seguiria para a areia fina seca e a cortiça, etapas que exigem secagem para cumprir padrões da FIFA. A previsão aponta possível conclusão na próxima semana, dependendo das condições climáticas.
Atualização sobre a gramada e qualidade
O executivo destacou que a grama de última geração atende ao manual atual da FIFA (2024) e pode ter vida útil superior a seis anos. A nova tecnologia busca melhorar a performance e manter memória do campo em uso frequente para shows.
A Soccer Grass ressaltou que, segundo o Palmeiras, não houve registro de lesões associadas ao gramado sintético. Estudos com certificação e testes de lesão são rigorosos, segundo o CEO, que contesta críticas ao uso do sintético.
Próximos jogos do Palmeiras
- São Paulo, 01/03, 20h30, Campeonato Paulista
- Vasco, 12/03, 19h30, Campeonato Brasileiro
- Mirassol, 15/03, 18h30, Campeonato Brasileiro
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