- Chelsea registrou prejuízo antes de impostos de 355 milhões de libras na temporada 2024/25, equivalente a mais de R$ 2,4 bilhões, segundo a Uefa.
- O rombo é o maior já visto entre clubes na Inglaterra e o segundo maior da Europa de toda a história.
- A Uefa aponta que o clube teve o elenco mais caro do futebol, com custo total acima de 1,5 bilhão de libras, e folha salarial de 388 milhões de libras por ano.
- A receita total no ano fiscal foi de 511 milhões de libras, ficando atrás de Manchester City e Liverpool.
- No fim da temporada, o Chelsea ficou em quarto na Premier League, garantiu vaga na Champions, mas foi eliminado nas Copas da Inglaterra e da Liga; conquistou a Conference League e a Copa do Mundo de Clubes.
O Chelsea registrou um prejuízo pré-impostos de 355 milhões de libras na temporada 2024/25, equivalente a mais de R$ 2,4 bilhões. O dado, divulgado pela Uefa, representa o maior rombo já registrado por um clube inglês e o segundo maior da história europeia.
As perdas superaram em muito as de outros clubes europeus: o Lyon teve cerca de 1,1 bilhão de euros em prejuízos na mesma casa, ficando atrás apenas do déficit de Barcelona em 2020/21, de 484 milhões de libras. O Chelsea já vinha registrando números negativos, com 260 milhões de libras em 2023/24, o que evidencia deterioração de 35%.
Ainda segundo a Uefa, o Chelsea montou o elenco mais caro da história, com custo total acima de 1,5 bilhão de libras. A folha salarial anual é de 388 milhões de libras, classificando-se como a sexta maior da Europa. A receita do clube no último exercício ficou em 511 milhões de libras.
Desempenho esportivo e orçamento
Na temporada 2024/25, o Chelsea terminou em quarto no Campeonato Inglês e garantiu vaga para a Champions League desta temporada. Foi eliminado na quarta fase da Copa da Liga Inglesa e da FA Cup. Por outro lado, conquistou a Conference League e a Copа do Mundo de Clubes.
O clube recebeu o registro financeiro no contexto de um ano marcado por investimentos no elenco, contraste com desempenho esportivo oscilante. A Uefa aponta o equilíbrio entre custo de elenco e resultados competitivos como parte das razões apontadas para o rombo.
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