- Jannik Sinner, número dois do mundo, busca o primeiro título no Masters 1000 de Indian Wells, em meio a uma temporada sem troféus até aqui; Carlos Alcaraz lidera o ranking com 12 vitórias em 2026.
- O italiano teve boa fase no início da temporada, chegou à semifinal na Austrália; em Doha, sofreu derrota para Jakub Mensik, mas mantém afirmação de estar mentalmente bem.
- Indian Wells marca o retorno de Sinner ao torneio após duas temporadas ausente, devido à suspensão por doping; ele já foi semifinalista em 2023 e 2024.
- A estreia em Indian Wells será contra o vencedor entre James Duckworth e um tenista vindo do qualificatório; Sinner tem trabalhado para tornar o jogo mais agressivo em determinados momentos.
- Fora das quadras, ele disse encarar com senso de realidade os conflitos no Oriente Médio e ressaltou a importância do equilíbrio na rotina, com hobbies como golfe e videogame.
Jannik Sinner encara o Masters 1000 de Indian Wells como uma oportunidade de conquistar o primeiro título da temporada, ainda sem troféus neste começo. O italiano ocupa o segundo lugar do ranking e vê a distância de Carlos Alcaraz aumentar com 12 vitórias consecutivas em 2026. Mesmo assim, ele mantém foco no momento mental positivo e nas etapas seguintes da temporada.
Sinner avalia a derrota recente no Australian Open e a derrota no ATP 250 de Doha com tranquilidade, ressaltando que há muito pela frente. O italiano retorna ao torneio após duas temporadas ausente por suspensão, e estreia contra o vencedor entre James Duckworth e um tenista vindo do quali.
A preparação tem sido intensa, com treinos longos e uma mentalidade de evolução constante. O objetivo é tornar o jogo mais agressivo em momentos-chave do fundo de quadra, observando os ajustes que serão testados durante o torneio.
Preparação e ajustes
O número 2 do mundo destaca a importância do equilíbrio fora das quadras para manter o desempenho. Além de tênis, Sinner pratica golfe, dirige e joga videogame para manter a rotina estável, reconhecendo que sacrifícios são necessários para chegar ao topo.
Contexto e perspectiva
Questionado sobre os conflitos no Oriente Médio que afetaram deslocamentos de jogadores, o atleta comenta que não é possível controlar tudo e que a ATP trabalha para a segurança de todos. Ele reforça a relevância de manter o foco no tênis, sem perder de vista outros aspectos da vida.
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