- Jessica Pegula, atual número cinco do mundo, afirma que não é favorável ao formato melhor de cinco sets na reta final dos Grand Slams, especialmente no feminino.
- Ela reconhece que as tenistas estariam fisicamente capazes, mas questiona se seria o melhor para o tênis feminino.
- Pegula cita que partidas em melhor de cinco podem levar a entregas de sets por cansaço e pela necessidade de poupar energia.
- Além disso, ela aponta a complexidade da implementação, ressaltando a importância de consultar jogadoras e considerar várias variáveis envolvidas.
Durante o BNP Paribas Open em Indian Wells, o debate sobre a adoção do melhor de cinco sets na fase final do feminino ganhou nova rodada de argumentos. A discussão surgiu após declarações de Craig Tiley, que sinalizou preocupação com o formato, enquanto as tenistas avaliariam impactos físicos e estratégicos.
Jessica Pegula, atual número 5 do mundo, afirmou que as jogadoras estão fisicamente preparadas para partidas mais longas, mas que o melhor de cinco não é a melhor opção para o tênis feminino. A norte-americana disse não acreditar que o formato seja ideal para o esporte, citando desgaste e entregas de sets em razão da fadiga.
Segundo Pegula, há exemplos em que o cansaço leva a mudanças de ritmo e a mudanças de decisão de jogo. Ela ressaltou a necessidade de poupar energia em outros momentos da competição e questionou como o cronograma funcionaria na prática, com impactos na logística dos torneios.
A tenista apontou ainda que a mudança seria drástica e não apenas uma questão de capacidade física. Ela disse que muitos detalhes precisam ser avaliados, incluindo a viabilidade de implementação e os efeitos em diversos aspectos do esporte, o que demandaria consulta ampla aos jogadores.
Impacto na organização do circuito
Pegula destacou a importância de estudar variáveis não consideradas, como o calendário de torneios e o planejamento de treinos. A weira de perguntas envolve custos, logística e possíveis ajustes técnicos que poderiam alterar a preparação das atletas.
Ela pediu que o debate seja feito com participação das próprias jogadoras, para evitar surpresas na prática e assegurar que mudanças não prejudiquem a qualidade competitiva do circuito feminino. O tema segue em evidência nas discussões da comunidade do tênis.
Entre na conversa da comunidade