- Donald Trump afirmou que a participação do Irã na Copa do Mundo não é apropriada, citando preocupação com a segurança dos jogadores; o torneio ocorre entre junho e julho nos EUA, no México e no Canadá.
- O ministro dos Esportes do Irã, Ahmad Donyamali, disse que a seleção não estará no Mundial por não haver condições mínimas de segurança após ataques que desafiaram o regime; ele acusou o regime americano de assassinar o líder iraniano.
- O presidente da Fifa, Gianni Infantino, divulgou nas redes sociais que teve reunião com Trump, que disse que o Irã seria bem-vindo; a declaração de Trump na quinta-feira contradiz essa posição.
- A seleção iraniana ficou no grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia, com três jogos marcados para os Estados Unidos, dois em Los Angeles e um em Seattle.
- Se confirmado, o Irã seria o primeiro país a desistir de enviar sua seleção a uma Copa do Mundo em setenta e seis anos; em 1950, outras seleções também não disputaram, mesmo classificadas.
Donald Trump afirmou nesta quinta-feira que a participação da seleção do Irã na Copa do Mundo não seria apropriada por questões de segurança. A declaração foi publicada na rede Truth Social, usada pelo então presidente dos EUA.
A controvérsia envolve a presença do Irã na Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá entre junho e julho nos EUA, no México e no Canadá. A equipe iraniana faria parte do grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia.
Nesta semana, o ministro dos Esportes do Irã, Ahmad Donyamali, já havia dito que a seleção não iria ao torneio. O motivo: condições mínimas de segurança herdadas de ataques que aumentaram tensões na região.
Ainda na mesma linha, Gianni Infantino, presidente da Fifa, afirmou ter conversado com Trump e ter ficado com a impressão de que o Irã seria bem-vindo. A nova mensagem norte-americana reabre o debate sobre o retorno ou não da equipe ao Mundial.
Caso a ausência seja confirmada, o Irã não participaria de uma Copa pela primeira vez desde 1950, quando desistiram equipes já classificadas. A história registra o país como candidato histórico, que pode interromper uma sequência de disputas internacionais.
O Mundial terá partidas em Los Angeles e Seattle, com a participação iraniana ainda sem confirmação oficial. O desenrolar envolve tensões políticas, esportivas e diplomáticas entre Tehran e Washington, mas mantém o foco no futebol e na organização do torneio.
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