- Botafogo corre o risco de novo banimento de transferências caso não quite a segunda parcela da dívida com o Atlanta United nesta segunda-feira (16).
- A dívida é pela contratação do meia Thiago Almada em 2024; o primeiro pagamento de dez milhões de dólares já foi feito no dia cinco de fevereiro.
- O acordo com Atlanta United e com a Major League Soccer prevê o saldo em parcelas de cinco milhões de dólares; em atraso, a FIFA pode ser notificada e o clube fica vulnerável ao ban.
- A SAF enfrenta crise financeira desde 2025 e tem caixa curto, com preocupações em gastos da temporada e dívidas de outros atletas.
- No fim de 2025, a Corte Arbitral do Esporte determinou cerca de trinta milhões de dólares pela compra de Almada, com atraso gerando o banimento que caiu em fevereiro.
O Botafogo pode sofrer um novo transfer ban caso não quite a segunda parcela da dívida com o Atlanta United, referente à contratação do meia Thiago Almada, em 2024. A quitação é prevista para esta segunda-feira (16). A punição previa o registro de novos jogadores.
O pagamento está cadastrado em um acordo com a Major League Soccer (MLS). O primeiro valor, de 10 milhões de dólares, foi pago em 5 de fevereiro. A segunda parcela tem valor restante de 5 milhões de dólares, conforme o acordo.
A carta de risco aparece após a crise financeira que envolve a SAF desde 2025. O Botafogo tem caixa curto e mensagens internas apontam pressões com dívidas de outras contratações. Apenar, negociações com grandes clubes ainda seguem em pauta.
Detalhes do acordo e cenário atual
No fim de 2025, a Corte Arbitral do Esporte (CAS) condenou o clube a quitar cerca de 30 milhões de dólares pela compra de Almada, no segundo semestre daquele ano. O montante inclui o passe, bônus por títulos e valores de revenda.
O atraso levou a punição da Fifa com transfer ban em 31 de dezembro, que foi suspensa apenas em 6 de fevereiro. Entre os episódios, a SAF priorizou reforços para a temporada 2026. Agora, a possibilidade de novo bloqueio depende de novo atraso no pagamento.
O Botafogo pode enfrentar notificação da Fifa caso a segunda parcela não seja quitada no prazo. Esse cenário deixaria o clube novamente impedido de registrar atletas, complicando a montagem do elenco para a temporada vigente.
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