- O Cruzeiro demitiu o técnico Tite após o empate por 3 a 3 com o Vasco, no Mineirão, em jogo pela temporada.
- O diario as destacou a demissão como exemplo da alta rotatividade de treinadores no futebol brasileiro, chamando o país de “moedor de carnes” para técnicos.
- A publicação lembrou que, em 2026, outros profissionais foram dispensados, como Filipe Luís (Flamengo) e Hernán Crespo (São Paulo), em meio a uma instabilidade no país.
- O Cruzeiro, que investiu pesado desde a gestão de Pedro Lourenço, vive pressão por resultados imediatos na competição.
- Wesley Carvalho assume interinamente o cargo, enquanto a diretoria busca um substituto, com opções como Marcelo Gallardo e Filipe Luís sendo discutidas.
O Cruzeiro anunciou a demissão de Tite nesta noite de domingo, após o empate em 3 a 3 com o Vasco no Mineirão. O desligamento ocorre em meio a início de Brasileirão com apenas um triunfo, em seis rodadas, e a Raposa na vice-lanterna.
O ex-técnico da Seleção Brasileira nas Copas de 2018 e 2022, que também passou pelo Flamengo em 2024, ficou apenas quatro meses no comando do clube. A demissão reforça a pressão por resultados imediatos após o investimento pesado feito pelo clube desde a gestão de Pedro Lourenço.
A imprensa europeia repercutiu o caso. O Diario AS classificou a saída de Tite como mais um caso da alta rotatividade de treinadores no futebol brasileiro, apelidando o país de “moedor de carnes”. A publicação lembrou ainda demissões de Filipe Luís e Hernán Crespo em 2026, citando outros nomes como Osorio, Diniz e Sampaoli.
Panorama do mercado de treinadores no Brasil
Com a saída de Tite, o Cruzeiro busca um novo nome. O interino Wesley Carvalho assume o comando. Entre as possibilidades sondadas estão Filipe Luís, ex-Flamengo, e Marcelo Gallardo, ex-River Plate, segundo o veículo espanhol. A diretoria avalia opções que equilibrem orçamento e retorno esportivo.
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