- O Cruzeiro demitiu o técnico Tite após o empate de três a três com o Vasco no Mineirão, na sexta rodada do Brasileirão, no último domingo.
- A derrota/empate deixou o Cruzeiro com três pontos e na penúltima posição da tabela.
- O jornal As, da Espanha, classificou o Brasil como um “moedor de carne” ao comentar a saída de Tite e citou demissões recentes de Filipe Luís e Hernán Crespo.
- Tite chegou ao clube como treinador premiado, durou quatro meses no comando e só teve o título do Campeonato Mineiro, em março, antes de o time entrar na pior fase.
- A publicação destaca a pressão da torcida, a ausência de uma sequência de bons resultados e o contexto de investimento crescente no futebol brasileiro, com o Cruzeiro buscando tornar-se referência na América do Sul.
O Cruzeiro demitiu o técnico Tite após o empate em 3 a 3 com o Vasco, no Mineirão, pela sexta rodada do Brasileirão. A partida ocorreu no domingo (15) e acabou com gol nos acréscimos, deixando o clube mineiro na penúltima posição, com apenas três pontos.
Tite chegou ao time há quatro meses, após destaque em trabalhos anteriores pela Seleção Brasileira e pelo Flamengo. Apesar do título do Campeonato Mineiro no dia 8 de março, o desempenho no Brasileirão não abriu espaço para sequência de vitórias, com três empates e três derrotas.
A torcida pressionou pela saída, que foi confirmada pela diretoria em meio a uma série de resultados sem onze atuações consistentes. A demissão ocorre em um momento de cobrança por investimentos maiores no futebol brasileiro, com o Cruzeiro buscando consolidar-se como força dominante na América do Sul.
Repercussões internacionais
O jornal As, da Espanha, repercutiu a demissão e classificou o Brasil como um “moedor de carne” ao comentar a saída de Tite. A postagem também relembra demissões de Filipe Luís, do Flamengo, e Hernán Crespo, do São Paulo, no cenário nacional.
A reportagem destacada no veículo espanhol aponta que o crescimento do investimento no futebol brasileiro elevou a exigência sobre técnicos e clubes. O Cruzeiro, sob o comando de Pedro Lourenço, busca manter a trajetória de investimentos para manter competitividade.
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