- Neo Química Arena recebeu, na segunda-feira, 16, os equipamentos para a instalação do impedimento semiautomático (SAOT) no estádio do Corinthians.
- A Confederação Brasileira de Futebol informou que a tecnologia será liberada para testes nos próximos dias, após calibração.
- Além de Itaquera, o Couto Pereira, do Coritiba, receberá as câmeras na quarta-feira, 18, e a Arena da Baixada, do Athletico-PR, na quinta-feira, 19.
- O sistema usa câmeras de alta velocidade ao redor do campo e sensores na bola; um software gera uma animação em 3D para indicar se o atacante estava à frente do penúltimo defensor, com validação do VAR.
- O termo semiautomático acontece porque a linha de impedimento é calculada e sugerida automaticamente, mas a decisão final fica com a arbitragem; a checagem deve ficar mais rápida e com menos margem de erro.
A Neo Química Arena, estádio do Corinthians, recebeu na segunda-feira 16 os equipamentos para a instalação do sistema de impedimento semiautomático (SAOT). A CBF informou que a tecnologia passará por calibração antes de ser liberada para testes.
Ainda nesta semana, outras duas arenas receberão as câmeras: Couto Pereira, do Coritiba, na quarta-feira 18, e Arena da Baixada, do Athletico-PR, na quinta-feira 19. Ao todo, três estádios já estão programados para a implantação inicial.
O SAOT já é utilizado em competições como Champions League e Copa do Mundo. O sistema utiliza câmeras de alta velocidade ao redor do campo e sensores na bola para mapear jogadas em tempo real.
Como funciona o sistema
As câmeras captam a posição dos jogadores e o sensor na bola identifica o momento exato do passe. Um software gera uma animação 3D que aponta se o atacante ficou em posição de impedimento.
Essa informação é enviada ao VAR, que valida a decisão antes de comunicar o árbitro de campo. O termo semiauto indica que a linha é calculada automaticamente, com a decisão final cabendo à arbitragem.
Com a tecnologia, o tempo de checagem tende a cair para segundos, reduzindo a margem de erro em relação ao traçado manual. As primeiras liberações visam testes operacionais e ajustes finais.
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