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Botafogo é condenado pela Fifa e tem prazo para evitar nova proibição de transferências

Botafogo tem 45 dias para quitar dívida de 5,7 milhões de euros com o Zenit pela transferência de Artur, sob pena de novo transfer ban pela FIFA

John Textor, do Botafogo
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  • Botafogo foi condenado pela Fifa e tem 45 dias para quitar parcelas da compra do atacante Artur, do Zenit, anunciada em janeiro de 2025.
  • O valor em atraso é de 5,7 milhões de euros, cerca de R$ 34 milhões.
  • O clube vai recorrer, mas corre o risco de voltar à lista de transfer ban e ficar impedido de registrar novos atletas.
  • A punição ocorre em meio à crise financeira da SAF e à disputa judicial entre John Textor e Eagle, além de dívida anterior com Atlanta United sobre Almada.
  • A decisão já impactou o planejamento do futebol do Botafogo, com impedimento de reforços entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026. Artur chegou para substituir Luiz Henrique em janeiro de 2025.

O Botafogo foi sancionado pela Fifa e tem 45 dias para quitar as parcelas pendentes da compra do atacante Artur, do Zenit, realizada em janeiro de 2025. A medida pode levar o clube de volta à lista do transfer ban, impedindo o registro de novas contratações.

A dívida total referente à compra de Artur é de 5,7 milhões de euros, aproximadamente R$ 34 milhões. O clube não efetuou três parcelas, conforme apurado pela imprensa e confirmado pela Itatiaia.

Com a crise financeira e institucional da SAF, que envolve disputas judiciais entre John Textor e Eagle, a punição era tratada como provável desde o acordo com o Atlanta United, referente à dívida pela compra de Almada, em 2024.

O Artur chegou ao Botafogo em janeiro de 2025 por 10 milhões de euros, servindo como substituto de Luiz Henrique, vendido ao Zenito no mesmo ano. A transferência elevou ainda mais a pressão financeira sobre o clube.

Além de Artur, outras parcelas em atraso pairam sobre o Botafogo, gerando incerteza no planejamento de futebol para as próximas temporadas. A atual crise já impacta a estrutura esportiva e a gestão cotidiana do clube.

A janela de transferência e o cenário econômico local dificultam ações para 2026, sem garantia de disponibilidade financeira para cumprir compromissos futuros. O Botafogo confirmou que vai recorrer da decisão, mantendo a luta para evitar novo bloqueio.

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