- Rubens Menin, acionista da SAF do Atlético, falou sobre o aporte que o clube deve receber nos próximos meses e ressaltou que a prioridade é liquidar a dívida bancária.
- A entrevista, concedida ao Rádio Esportes da Itatiaia, ocorreu nesta quarta-feira (25).
- Em janeiro, o aporte estimado pelo clube é de R$ 500 milhões.
- Além da dívida bancária, há pendências com a Arena MRV, o Profut e dívidas relacionadas às contratações de jogadores, como o pagamento parcelado do atacante Alan Minda.
- Menin explicou que o Atlético tem três tipos de dívida: o Profut, impostos com pagamento escalonado e a dívida de plantel (compra e venda de jogadores), além da dívida da Arena, que, segundo ele, é administrável.
Rubens Menin, acionista da SAF do Atlético, revelou nesta quarta-feira (25) que o aporte ao clube deve ocorrer nos próximos meses, com prioridade para liquidar a dívida bancária. A declaração foi feita durante entrevista ao Rádio Esportes da Itatiaia.
Ele explicou que a dívida bancária é a mais onerosa e consome parte relevante das receitas, motivo pelo qual o objetivo é realizar o aporte para quitá-la. A promessa é de que o avanço seja viável, apesar da burocracia.
Segundo Menin, o aporte esperado é de aproximadamente R$ 500 milhões. A operação visa reduzir encargos financeiros e dar fôlego ao orçamento do Atlético, destacando o impacto positivo na gestão financeira.
Além da dívida bancária, o empresário citou pendências envolvendo a Arena MRV, o Profut e débitos com clubes por contratações de jogadores. A compra do atacante Alan Minda é mencionada como exemplo de aquisição parcelada.
Ele detalhou a estrutura das dívidas: o Profut, uma dívida de impostos negociada com pagamento escalonado; a dívida de plantel, resultado de compras e vendas de jogadores; e a dívida da Arena, que segundo ele é administrável. O valor do plantel, afirmou, influencia a avaliação da dívida.
Menin destacou que o Atlético negocia parcelamentos para equilibrar as contas, como no caso de Alan Minda, contratado junto ao Cercle Brugge. A gestão busca manter equilíbrio entre ativos do elenco e obrigações financeiras.
O acionista também enfatizou que o clube, assim como outros do futebol brasileiro, tem três tipos de dívida a serviço da operação. O texto reforça a ideia de que a liquidação da dívida bancária é prioridade.
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