- Lewis Hamilton pediu que os pilotos tenham assento e voto nos comitês decisórios da Fórmula 1, em resposta às diretrizes técnicas de 2026.
- A posição do britânico acompanha a de outros pilotos, como Carlos Sainz, que criticaram as regras atuais.
- Hamilton afirmou que pilotos arriscam a vida em altas velocidades e devem ser ouvidos como vozes autorizadas.
- Existe a ideia de representação dos pilotos nos conselhos técnicos, mas FIA e detentora dos direitos comerciais ainda não se manifestaram.
- O tema aponta para uma possível unidade entre o grid, com críticas às normas de classificação e corrida por serem vistas como antinaturais e perigosas.
O descontentamento no grid da Fórmula 1 ganhou mais contorno após o GP do Japão. Lewis Hamilton elevou o tom ao pedir que os pilotos tenham poder de voto nas decisões regulatórias, afirmando que não há voz para quem corre de fato. A cobrança surge após as críticas de Carlos Sainz sobre as diretrizes técnicas da temporada.
O britânico enfatizou que pilotos arriscam vidas em alta velocidade e merecem representação formal nos comitês decisórios, não apenas pareceres técnicos da FIA ou ajustes paliativos. A defesa aponta para uma participação efetiva na definição do regulamento de 2026.
A insatisfação é compartilhada entre boa parte do pelotão, segundo Hamilton, que vê um “sistema que ignora a realidade da pista”. A ideia é ter assento em negociações que moldem o futuro da categoria, além de engenheiros e burocratas.
Até o momento, FIA e a detentora dos direitos comerciais não se manifestaram sobre a possibilidade de incluir representantes dos pilotos com poder deliberativo nos conselhos técnicos. A medida ainda não tem confirmação oficial.
Entre na conversa da comunidade