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Hamilton não utilizará simulador da Ferrari no Canadá

Hamilton disputará o GP do Canadá sem usar o simulador da Ferrari para testar, na prática, o efeito da configuração na pista

Lewis Hamilton durante o GP de Miami de F1 2026 — Foto: Brian Snyder/Reuters
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  • Lewis Hamilton pretende não usar o simulador da Ferrari no GP do Canadá para testar se a configuração escolhida impacta a performance na pista.
  • O piloto acredita que o simulador o leva a “direção errada” e quer ver, na prática, como o carro se comporta sem esse auxílio.
  • A decisão foi anunciada após a classificação do GP de Miami, com Hamilton terminando em sexto após punição a Leclerc.
  • O GP do Canadá está marcado para o dia 24 de maio, no circuito Gilles Villeneuve, oportunidade com sprint previsto, o que reduz o tempo de preparação na pista.
  • O piloto defende manter reuniões na fábrica, mas reduzir o uso do simulador até a próxima corrida para verificar a correlação entre simulação e desempenho real.

Lewis Hamilton anunciou que vai dispensar o simulador da Ferrari no GP do Canadá para avaliar se o treinamento virtual tem influência negativa no desempenho real. A decisão vem após o sexto lugar em Miami, ainda que tenha sido prejudicado por um toque na largada.

O piloto britânico afirmou que, na prática, o simulador pode levar a uma direção de configuração que não se repete na pista. Por isso, planeja disputar o GP de Montreal sem treinar nessa ferramenta, buscando entender se a mudança terá efeito direto na corrida de 24 de maio no circuito Gilles Villeneuve.

Hamilton vem criticando a forma como as simulações são utilizadas pela equipe francesa, destacando que a correlação entre o que é visto no simulador e o comportamento do carro na pista nem sempre coincide. A decisão ocorre em um fim de semana de sprint, com menos tempo de preparação na pista.

Mudança de abordagem para o Canadá

Segundo o piloto, a preparação atual não tem ajudado a obter o melhor desempenho. Ele afirma que, sem o simulador, vai lentamente observar as diferenças entre configuração prevista e resposta do carro na prática, visando ajustar a estratégia para a corrida.

O líder da Ferrari também explicou que, mesmo não sendo fã de depender exclusivamente de o simulador, utiliza-o para alinhar a preparação. O objetivo é checar se a ausência de treinamento no Canadá reduz ou intensifica impactos na condução do veículo.

contexto recente e expectativa

Hamilton destacou que o melhor resultado da temporada foi o terceiro lugar na China, onde a falta de tempo com simulador ocorreu por conta de uma rodada dupla. A equipe considera a experiência de cada etapa para aperfeiçoar o planejamento futuro.

Em Miami, o toque com Franco Colapinto comprometeu o ritmo desde o começo, e o piloto terminou a prova bem atrás do vencedor. A defesa de Canadá se concentra em entender se a exclusão do simulador pode melhorar a previsibilidade do carro na pista.

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