- Em Belém, Remo e Palmeiras empataram em 1 a 1, mantendo o Palmeiras na liderança com 34 pontos.
- O gol palmeirense de Bruno Fuchs foi anulado aos 49 minutos após checagem no VAR, que apontou toque com o braço de Flaco López.
- O diretor executivo do Palmeiras, Anderson Barros, disse que providências urgentes devem ser tomadas pela CBF e pela Comissão de Arbitragem diante do que chamou de erro.
- Barros afirmou que há dúvidas sobre a regulamentação e cobrou responsabilidade pela escolha das decisões, destacando que a bola tocar acidentalmente na mão de atacante pode ser legitimamente convertida em gol dependendo da dinâmica da jogada.
- O dirigente também comentou a suspensão de Abel Ferreira, citando que o STJD tem atribuído reduções de pena em outros casos, e afirmou que o Palmeiras não aceitará esse tipo de tratamento.
O diretor de futebol do Palmeiras, Anderson Barros, criticou a arbitragem após o empate entre Remo e Palmeiras por 1 a 1, no Mangueirão, em Belém, neste domingo. O gol de Bruno Fuchs, aos 49 minutos, foi anulado após checagem no VAR, por toque no braço de Flaco López, o que manteve o placar sem a virada desejada pelo líder do Brasileirão.
Barros concedeu entrevista coletiva para cobrar providências e esclarecer a dinâmica da mão na bola conforme a regra. Ele citou a necessidade de mudanças na condução do caso pela CBF e pela Comissão de Arbitragem, e afirmou que dois pontos ficaram com o Palmeiras por conta do lance.
O dirigente também fez um repasse de regras para entender o que é legal ou não em jogadas de toque acidental, ressaltando o impacto de decisões anteriores sobre punições e favorecimentos. Ele questionou a responsabilidade por eventuais consequências negativas ao clube.
Ponto central
Barros disse que o Palmeiras tem participado de reuniões e cobrado medidas cabíveis, enquanto argumenta que erros de arbitragem prejudicam o desempenho no campeonato. Ele pediu providências urgentes e destacou a necessidade de clareza na aplicação das regras.
O diretor ainda comentou a situação de Abel Ferreira, suspenso por sete partidas no Brasileirão por decisão do STJD. Segundo Barros, houve discrepância entre punições aplicadas a treinadores e a manutenção de efeitos suspensivos em outros casos, o que, na avaliação dele, dificulta a isonomia entre clubes.
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