- O Fluminense viveu queda de desempenho de Luis Zubeldía após um início de mês de alças altas; o treinador passou de líder a alvo de vaias após empate de 2 a 2 com o Vitória no Maracanã.
- A sequência incluiu derrotas e tropeços na Libertadores, com viradas que abalaram a confiança do time, além de resultados ruins no Brasileirão e na Copa do Brasil.
- O principal desgaste veio de decisões do técnico, como escolhas de saída/entrada de jogadores e manutenção de jogadores em má fase, que irritaram a torcida.
- John Kennedy passou a ficar menos tempo em campo em jogos importantes, especialmente nas partidas de Libertadores, gerando críticas aos passos táticos do treinador.
- Apesar da pressão, o Fluminense segue vivo na Libertadores, na Copa do Brasil e na disputa do Brasileirão, mas o ambiente no clube mudou e os aplausos deram lugar às vaias.
O treinador Luis Zubeldía viveu uma guinada rápida de cenário: de um dos técnicos mais valorizados do futebol brasileiro, passou a enfrentar cobrança após o empate em 2 a 2 com o Vitória, no Maracanã. O jogo marcou a confirmação de que os aplausos deram lugar às vaias.
A queda começou ainda antes da Libertadores, com o Fluminense disputando a liderança do Brasileirão em duelo com o Coritiba. Mesmo com time alternativo, houve gol anulado e queda emocional após a decisão do lance. Em seguida houve empate sem gols com o Deportivo La Guaira na Venezuela, e derrota para o Flamengo em meio ao adiamento da partida.
Paralelamente, o ambiente foi se deteriorando na coletiva seguinte: há uma percepção de que o time mantém domínio, mas não fecha os jogos. O episódio da virada sofrida para o Independiente Rivadavia transformou a trajetória na Libertadores e na temporada.
A expectativa de recuperação ficou ainda mais pressionada após o revés em La Paz, contra o Bolívar, pela altitude. O Fluminense venceu o Santos na Vila Belmiro, mas o clima permaneceu tenso e a Discordância com as substituições aumentou.
A relação com a torcida passou a ter ponto central em John Kennedy, artilheiro que perdeu espaço nas partidas-chave da Libertadores. A preferência por manter jogadores em má fase e a demora nas mudanças também contribuíram para a insatisfação. O quadro levou o desempenho do time a ser visto com maior cobrança imediata.
O Fluminense segue viva na Libertadores e na Copa do Brasil, além de disputar a parte de cima do Brasileirão. No entanto, o cenário de cobrança e desconfiança em relação às decisões táticas e de elenco se intensificou, refletindo a mudança no clima do clube.
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