- O Corinthians registrou déficit de R$ 131,4 milhões em março, conforme balanço divulgado.
- Os três fatores determinantes foram: premiação pela conquista da Copa do Brasil (aprox. R$ 32,5 milhões), quitação da dívida com o Santos Laguna (R$ 6,1 milhões) e ausência de vendas de atletas no início do ano (cerca de R$ 75 milhões).
- O orçamento até março de 2026 previa R$ 75 milhões líquidos com negociações de direitos federativos, porém as operações foram postergadas para priorizar desempenho na Copa Libertadores e valorização de ativos; a expectativa é realizar cerca de € 25 milhões líquidos na janela do meio da temporada.
- No primeiro trimestre de 2026, a receita operacional líquida foi de R$ 197,6 milhões, com patrocínios/R$ 92,5 milhões, direitos de transmissão R$ 39,9 milhões, bilheteria e Fiel Torcedor R$ 39,1 milhões, premiações esportivas R$ 15,1 milhões e sócios/mensalidades R$ 13,4 milhões.
- As despesas totalizaram R$ 202,1 milhões, resultando em um déficit de aproximadamente R$ 4,5 milhões no período; os maiores itens foram gastos com pessoal (R$ 149,2 milhões), materiais e serviços esportivos (R$ 32,6 milhões) e despesas gerais e administrativas (R$ 13,3 milhões).
O Corinthians registrou um rombo de 131,4 milhões de reais em março, segundo balanço divulgado pelo clube. O resultado negativo foi explicado por três fatores: pagamento de comissões pela conquista da Copa do Brasil, quitação da dívida com o Santos Laguna e a ausência de vendas de atletas no início do ano, conforme planejamento.
Além disso, o clube detalhou que a premiação ao elenco pela Copa do Brasil pesou na folha de pagamento, e houve tributos sobre remessa internacional referente à assinatura com Félix Torres. A ausência de receitas previstas com transferências também contribuiu para o déficit do período.
Fatores que influenciaram o resultado
O orçamento até março de 2026 previa 75 milhões de reais líquidos com transferências de direitos federativos na primeira janela. A gestão optou por adiar operações para priorizar desempenho esportivo na Libertadores e valorização de ativos.
A administração informou que, no total, os itens não orçados que distorceram o comparativo foram a premiação da Copa do Brasil 2025 liquidada em parcelas e tributos incidentes sobre a remessa ao Santos Laguna. O clube destacou esforços para cumprir a meta orçamentária na janela de meio de ano.
Finanças do trimestre
No primeiro trimestre de 2026, o Corinthians teve receita operacional líquida de 197,6 milhões de reais, com patrocínios em destaque. Direitos de transmissão somaram 39,9 milhões, e bilheteria mais Fiel Torcedor totalizaram 39,1 milhões.
As despesas chegaram a 202,1 milhões de reais, mantendo déficit de 4,5 milhões no período. O peso maior ficou com o pessoal, com 149,2 milhões, seguido por 32,6 milhões em materiais e serviços esportivos e 13,3 milhões em despesas administrativas.
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