- Lucas Chumbo participou de uma sessão histórica na Laje da Jagua, Jaguaruna, SC, uma das maiores ondas já registradas no Brasil, em meio a um swell intenso.
- O fenômeno provocou ressaca, mar invadindo plataformas de pesca, atingindo molhes, ruas e estabelecimentos ao longo da costa brasileira.
- O surfista saiu do Rio de Janeiro na segunda-feira, 18, chegou a Florianópolis perto da meia‑noite e a Jaguaruna por volta das 3h, entrando no mar cerca de duas horas depois.
- Em seguida, retornou ao Rio para surfar o mesmo swell na Laje do Gardenal, na Barra da Tijuca, conhecida como a “Teahupoo carioca”, com apoio de jet ski.
- A missão destaca o Brasil como referência no big wave surfing, com a parceria da Mormaii acompanhando Lucas Chumbo nesses momentos.
Lucas Chumbo busca novo recorde brasileiro de ondas gigantes durante uma missão que começou em Santa Catarina e teve continuação no Rio de Janeiro. O objetivo é enfrentar o swell histórico entre Jaguaruna e a Laje da Jagua, em SC, conhecido por ondas de grande porte.
A primeira sessão ocorreu na Laje da Jagua, em Jaguaruna (SC). O local, a cerca de cinco quilômetros da praia, é conhecido por revelar todo o potencial apenas em mar muito agitado, cenário presente nesta semana no litoral catarinense.
O swell causou impactos em várias regiões da costa brasileira, com ressacas, mar atingindo plataformas de pesca e vitrines. Surfistas de ondas gigantes de diferentes estados viajaram para participar das sessões.
Deslocamento e chegada
Chumbo partiu do Rio de Janeiro na segunda-feira (18), desembarcou em Florianópolis perto da meia-noite e chegou a Jaguaruna por volta das 3h. Duas horas depois já preparava equipamentos e estratégia para entrar no mar.
As ondas confirmaram as expectativas e proporcionaram um capítulo marcante na Laje da Jagua. O atleta é reconhecido por adotar uma abordagem progressiva no big wave surfing, marcando presença com manobras arrojadas em condições extremas.
A participação de Chumbo ocorreu em meio a uma batalha de ondas gigantes que reuniu surfistas de várias regiões, com a presença de pilotos de jet ski para apoio técnico. O dia foi descrito como histórico para a região.
continuação no Rio de Janeiro
A missão não terminou em Santa Catarina. O surfista retornou ao Rio de Janeiro para surfar o mesmo swell na Laje do Gardenal, na Barra da Tijuca, famosa pela chamada Teahupoo carioca, que quebra sobre bancada rochosa rasas.
Nesta região, a onda é unicamente dependente de maré, direção da ondulação e vento para formar tubos pesados. Quando as condições se alinham, o desafio é considerado comparável a ondas célebres do Taiti.
Chumbo, ao lado de nomes como Pedro Scooby, contou com o suporte de jet ski nas Ilhas Tijucas para mais uma sessão histórica. As condições foram descritas como perfeitas para a prática.
visão sobre o Brasil
O atleta enfatizou que o país oferece condições para treinar ondas grandes e descreveram a sessão como um sonho realizado. O Brasil aparece, segundo ele, como um polo capaz de preparar atletas para missões extremas.
A parceria com a marca Mormaii reforça o suporte técnico e financeiro para a atuação de Chumbo em momentos significativos de sua trajetória. A missão evidencia o potencial brasileiro em ondas gigantes.
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