- Jannik Sinner, líder do ranking, chega a Paris com 29 vitórias seguidas e sem a concorrência de Carlos Alcaraz, que está fora por lesão no punho.
- O italiano venceu três Masters 1000 no saibro neste ano (Monte Carlo, Madri e Roma) e busca o título de Roland Garros.
- Sinner estreia contra o francês Clément Tabur.
- Ele diz que todo mundo tenta vencê-lo, mas mantém o foco no próprio desempenho e na gestão de carga de treino para chegar bem à estreia.
- O número 1 também comentou as reivindicações dos jogadores sobre premiação, aposentadoria e participação nas decisões do Grand Slam, mencionando possível boicote se não houver união entre atletas.
Jannik Sinner abriu a campanha de Roland Garros em Paris mirando o título inédito. O italiano, líder do ranking, chega embalado por 29 vitórias consecutivas após vencer Monte Carlo, Madri e Roma neste saibro.
Além disso, o concorrente direto de Sinner no circuito, Carlos Alcaraz, está afastado por lesão no punho, o que retira um de seus principais rivais da disputa na capital francesa. O desafio continua grande mesmo com a ausência.
Sinner treina para a estreia e encara Clément Tabur na primeira rodada. O italiano destacou o peso de ser o principal alvo no torneio e frisou que partidas com cinco sets exigem paciência e adaptação durante o jogo.
O líder do ranking também comentou o desgaste da sequência de torneios e afirmou estar contente com a posição atual. Ele diz buscar equilíbrio entre intensidade nos treinos e recuperação para chegar bem ao primeiro confronto.
Sinner reforçou a ligação com Roland Garros, ressaltando a importância do ambiente e do público. O atleta lembrou a proximidade da campanha do ano passado, quando ficou perto do título e manteve uma relação positiva com a torcida.
Insatisfação com premiações e participação dos jogadores
A entrevista abordou a insatisfação de muitos jogadores com as premiações do Grand Slam e com a participação nas decisões dos torneios. Sinner disse que a reivindicação é por voz e por mudanças estruturais no circuito.
O italiano não descartou ações coletivas no futuro, desde que haja união entre os atletas. Ele afirmou que sem a participação dos jogadores os torneios perdem parte de sua essência e impacto comercial.
Entre na conversa da comunidade