- O GP do Canadá é a quinta etapa da temporada e inicia uma maratona de sete corridas em dez fins de semana, tornando a prova neste domingo decisiva para a Audi.
- Gabriel Bortoleto e Nico Hulkenberg ficam perto do top-10, mas a confiabilidade tem sido problema recente, tema que foi discutido pela primeira vez em Montreal.
- A Audi trabalha no desenvolvimento do motor do zero, o que torna a tarefa mais desafiadora frente a outras estreantes e diante de rivais com parceiros de propulsion.
- A Audi fornece motores apenas para a própria equipe; já a Mercedes recebe dados de clientes como McLaren, Williams e Alpine para o aperfeiçoamento.
- O chassi R26 é visto como um dos mais competitivos do grid, e há expectativa de que Bortoleto lute por pontos no Canadá, com Monaco e Budapeste como próximos testes de desempenho.
Gabriel Bortoleto e a Audi chegam ao GP do Canadá com expectativa de reagir, após uma estreia promissora na Austrália, quando pontuou. O circuito de Montreal abre uma sequência de sete corridas em dez finais de semana, elevando a importância da prova para o time alemão.
Até agora, o ritmo do brasileiro e de Nico Hulkenberg é consistente, ficando próximos do top-10 na maioria das provas. O ponto crítico tem sido a confiabilidade, admitida pela própria equipe nesta semana em Montreal.
A Audi ainda sofre para desenvolver uma potência de combustão e o motor elétrico totalmente do zero, tarefa mais desafiadora do que para outras estreantes. A comparação com cadências de clientes de outras fabricantes ajuda a entender o cenário.
Desempenho e desafios da Audi
Fontes ouvidas pelo ge.globo destacam que o carro N° 26 tem um bom chassi, considerado competitivo entre as rodas de meio para cima. Em curvas de média e alta velocidade, o desempenho pode igualar o de equipes da frente, como a McLaren.
No entanto, a unidade de potência continua exigindo cuidado em trajetórias de baixa velocidade, especialmente na arrancada. A Audi está cotada para testar soluções ao longo da maratona de corridas que se aproxima.
Perspectivas para o Canadá
O Canadá pode apresentar Bortoleto na briga pelos pontos, ainda que o traçado leve demandas altas para a motorização. O time trabalha para manter a regularidade e obter resultados consistentes nas próximas etapas.
Para além de Montreal, o alvo é chegar a propostas que melhorem a confiabilidade, mantendo o pacote do chassi competitivo em pistas com características distintas. A evolução é considerada essencial pela gestão da equipe.
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