- O presidente Lula afirmou que o Brasil pode vencer a Copa do Mundo, mas disse que a seleção não tem ídolos no momento.
- Ele comparou a situação atual com 1994, quando Romário foi recuado para indicar a virada que levou ao título.
- Lula citou que o técnico italiano Carlo Ancelotti imprime seriedade, e manifestou preocupação com a França como adversário favorito.
- Pediu responsabilidade ao grupo jovem, destacando que eles jogam em nome de 215 milhões de brasileiros.
- O presidente afirmou que pode vestir a camisa do Brasil independentemente de alinhamento político e que a seleção pode unir o país; Neymar segue como referência do time.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil tem chances de vencer a Copa do Mundo, mas que a seleção não tem ídolos atualmente. A declaração ocorreu durante o programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta tarde.
Segundo Lula, a equipe pode chegar ao hexacampeonato, apesar de o momento não ser dos melhores. Ele lembrou a passagem de 1994, quando a seleção precisou reconvocar o atacante Romário para vencer a competição.
O presidente afirmou que hoje falta uma referência para o grupo jovem que compõe o elenco e destacou que o técnico italiano Carlo Ancelotti imprime seriedade ao trabalho. Ele citou a França como favorita futura.
Sobre o papel dos jogadores, Lula pediu responsabilidade aos jovens atletas, lembrando a importância de representar um país com 215 milhões de habitantes. Ele ressaltou a necessidade de manter o foco.
A atuação de Neymar Jr., principal referência do time, foi mencionada apenas de forma indireta, observando que o jogador é apoiador de Jair Bolsonaro e de aliados bolsonaristas. O tema político não foi comentado diretamente pelo presidente.
Lula ainda comentou que a seleção pode unir o povo brasileiro, mesmo em situações de derrota ou vitória. Em referência ao sentido de camisa, disse que vestir a camisa da seleção é um orgulho nacional, independentemente de posições políticas.
A fala de Lula vem em meio a debates sobre a relação entre esporte e política no país, com agenda de cobertura pública na TV estatal. Não houve anúncio de mudanças técnicas ou de comando na equipe no momento.
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