- Coco Gauff, atual campeã, volta a Roland Garros mais preparada emocionalmente após chegar à final em Roma.
- Ela cita amadurecimento mental, terapeuta, escrita e esforço para não se cobrar perfeição como parte do processo.
- A jogadora admite oscilações emocionais, mas diz estar em posição melhor que no ano anterior, mantendo foco no processo.
- Gauff estreia contra a compatriota Taylor Townsend; entende que a campanha em Roma serviu de preparação e trouxe aprendizados.
- Ela também comentou a mobilização de jogadores sobre as premiações do Grand Slam, dizendo haver união no top 10 e participação coletiva no protesto.
Coco Gauff, atual campeã de Roland Garros, volta ao saibro parisiense confiante após chegar à final de Roma. A norte-americana encara a edição de 2026 buscando amadurecimento emocional, aprendizados do ano anterior e o foco no processo das partidas.
Em coletiva de imprensa, Gauff explicou que trabalha a mente com terapeuta há bastante tempo, escreve para lidar com a pressão e tenta evitar autocrítica excessiva. Ela reconhece oscilações emocionais, mas afirma estar em melhor situação do que em 2025.
A jogadora de 22 anos destacou que, mesmo com algumas duplas falhas, consolidou evolução em Roma, onde teve uma média de quatro duplas faltas por partida. Ela estreia contra a compatriota Taylor Townsend e acredita que a experiência em Paris dá confiança para enfrentar dificuldades.
A campeã de Paris em 2023 e finalista em 2022 comentou que a história no saibro francês facilita momentos difíceis. Relembrou a derrota para Iga Swiatek na primeira final de Grand Slam, citando nervosismo intenso na ocasião.
Gauff avaliou a preparação para Roland Garros como ampla, afirmando ter vivenciado todos os cenários que cercam um Grand Slam: viradas, vantagens perdidas e finais decididas no límite. Ela espera aplicar esses aprendizados na competição.
Protestos contra a direção de Roland Garros
A tenista também comentou a mobilização de top players em relação às premiações do Grand Slam. Ela participou do protesto simbólico, que foca no percentual das receitas destinado aos atletas, e sinalizou apoio ao movimento coletivo.
“Sigo mantendo o que uma parte do top 10 já defende, com a ideia de não prejudicar jornalistas durante a coletiva”, afirmou. Gauff ressaltou que a união entre as principais atletas vem se fortalecendo desde o ano passado.
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