- Ex-presidente do Corinthians renunciou ao título de sócio remido, ao posto de conselheiro vitalício e ao CORI, em meio a investigação do Ministério Público sobre apropriação indébita durante a gestão, que envolve valores de R$ 41,8 mil com correção e juros, além de indenização de R$ 31,3 mil por danos morais; o ex-gerente financeiro também virou réu.
- Andrés Sánchez foi expulso do quadro associativo do clube, após recomendação da Comissão de Ética; na votação do Conselho, foram 112 votos a favor, 49 contrários e seis abstenções, com o ex-cartola representado por advogados.
- As acusações contra Sánchez envolvem gastos de R$ 480 mil com o cartão corporativo entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021, durante o terceiro mandato; a defesa afirma uso por engano, por confundí-lo com o cartão pessoal.
- A defesa também sustenta que o clube não possui regras internas específicas para regulamentar a utilização do cartão corporativo, segundo as alegações apresentadas.
- O assunto ocorre em meio a um ciclo de definições políticas no clube, com questionamentos sobre o futuro da gestão e o formato societário do Corinthians.
Duilio Monteiro Alves renunciou a cargos de liderança do Corinthians e ao título de sócio remido, em meio a uma investigação do Ministério Público sobre possível irregularidade na gestão. A saída envolve a apropriação indébita para fins pessoais, apurada entre 2021 e 2023, com cobrança de valores e juros.
O MP aponta o acúmulo de R$ 41,8 mil, corrigidos, e pede indenização por danos morais de R$ 31,3 mil ao clube. Roberto Gavioli, ex-gerente financeiro, também virou réu no caso. As acusações ocorrem no contexto de denúncias envolvendo o período de gestão de Alves.
Nesta mesma semana, Andrés Sánchez foi expulso do quadro associativo, decisão da Comissão de Ética do clube. A votaçăo no Conselho registrou 112 votos a favor, 49 contrários e 6 abstenções, entre 167 presentes. Sánchez não compareceu; foi representado por advogados.
As acusações contra Sánchez envolvem gastos de R$ 480 mil com o cartão corporativo entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021, durante seu terceiro mandato. A defesa sustenta uso por engano, confundindo com cartão pessoal, alegando falta de regras internas específicas sobre o cartão.
Duilio Monteiro Alves divulgou uma nota na qual reafirma sua trajetória no clube, critica a atual conjuntura política e reforça ter agido dentro de padrões institucionais. O ex-presidente afirma que a guerra política criou um ambiente ingovernável e que decisões recentes não refletiam regras claras.
O Corinthians vive, assim, um momento de redefinição institucional. A diretoria comenta impactos nas relações entre os demais líderes, conselheiros e torcedores, enquanto analistas observam possíveis mudanças na governança e na gestão financeira do clube.
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