- Hamilton decidiu dispensar o simulador para o restante da Fórmula 1, mantendo-o apenas para aprimoramento eventual.
- A Ferrari enfrenta problemas de correlação entre dados virtuais e o comportamento real do carro na pista.
- O objetivo é usar o simulador somente após as primeiras atividades, com base nas informações dos treinos livres.
- O piloto de testes estará presente para dar feedback, mas apenas Hamilton e Leclerc pilotam o carro.
- O seven times campeão mundial ressalta que confia na experiência na pista e não pretende usar o simulador para preparar próximas corridas na maioria das vezes.
Lewis Hamilton decidiu dispensar o simulador para o restante da temporada de Fórmula 1, com foco em aprimorá-lo antes de confiar totalmente a preparação ao equipamento. O objetivo é corrigir a correlação entre dados virtuais e o comportamento real do carro na pista.
Segundo o piloto, o sistema da Ferrari ainda apresenta falhas de compatibilidade entre o que é visto no simulador e o que ocorre na pista, o que já prejudicou o desempenho em fins de semana anteriores. A ideia é usar as informações dos treinos livres como base, apenas depois recorrer à tecnologia.
Mesmo sem abandonar completamente a ferramenta, Hamilton afirma que o uso do simulador deve ocorrer apenas quando realmente houver consistência entre os dados e a prática. O piloto de testes deverá fornecer feedback, mas não dirige o carro de verdade.
O foco continua em ajudar a Ferrari a evoluir, mas sem abrir mão de um método de preparação confiável. O britânico prefere confiar na experiência adquirida na pista em vez das respostas da simulação.
Hamilton ressalta que pode usar o simulador no futuro para entender correções entre um fim de semana e outro, porém, neste momento, prioriza o acúmulo de know-how direto na pista. Ele afirma que não pretende usar o simulador para a próxima corrida.
Com sete títulos mundiais, o piloto confia em suas habilidades para competir sem depender totalmente de novas tecnologias. A trajetória recente mostra que o simulador, embora útil, não é indispensável para os resultados.
Hamilton cita exemplos de temporadas em que não utilizou o simulador, inclusive em algumas das suas melhores corridas. Segundo ele, a ferramenta é poderosa, mas não essencial para o sucesso ao longo da carreira.
Antes do GP do Canadá, o melhor resultado de Hamilton nesta temporada havia sido o terceiro lugar no GP da China, em 15 de março. Na ocasião, ele alcançou o pódio após um desempenho que não repetia há tempos.
Entre na conversa da comunidade