- Neymar teve lesão muscular grau 2 na panturrilha direita confirmada após novos exames em Teresópolis; o edema inicial de cerca de dois milímetros foi registrado antes.
- A CBF projeta retorno entre duas e três semanas, dependendo da evolução da recuperação.
- O Dr. João Manoel Fonseca explica a diferença entre edema e lesão grau 2 e afirma que a lesão pode ter evoluído desde o edema inicial.
- O Santos informou que os exames enviados à CBF foram atualizados até o dia 18 e mantém confiança na recuperação para a Copa do Mundo.
- Neymar está fora dos dois amistosos anteriores à Copa e não estaria disponível para jogos como o da estreia, conforme prazo de recuperação divulgado pela entidade.
Neymar teve uma lesão muscular de grau 2 confirmada na panturrilha direita após novos exames realizados em Teresópolis. O anúncio ocorreu nesta quinta-feira, às vésperas de a Seleção Brasileira divulgar o planejamento para a Copa. A CBF trabalha com retorno entre duas e três semanas.
O diagnóstico foi feito após o jogador voltar a apresentar-se à delegação brasileira em Teresópolis. O clube Santos informou que os exames realizados pelo Peixe foram compartilhados com a CBF até o dia 18, considerando o início da contusão em 17 de maio, diante do Coritiba.
Diagóstico e evolução
O médico consultado explicou a diferença entre edema e lesão grau 2, ressaltando que o edema pode evoluir para uma lesão com perda de continuidade das fibras. Segundo ele, a lesão pode ter progredido desde a avaliação inicial.
A reabilitação inicial foca em reduzir o risco de novas lesões ao retomar atividades de alta intensidade, especialmente em jogos de alto desgaste, como a Copa do Mundo. O processo envolve remodelação da cicatrização da fibra muscular.
Implicações para a agenda da seleção
Neymar não deve atuar nos amistosos da seleção antes da Copa. A programação prevê confronto contra o Panamá no Maracanã e, em seguida, viagem aos Estados Unidos para enfrentar o Egito, em junho.
O Santos também confirmou confiança na recuperação do atacante e afirmou que ele estará apto para disputar a Copa, mantendo o cronograma aprovado pela comissão médica da seleção. As informações foram veiculadas pela imprensa especializada.
Contexto da lesão
A lesão ocorreu durante o jogo do Santos contra o Coritiba, pela competição nacional, em 17 de maio. Na época, foi identificado um edema de cerca de dois milímetros na panturrilha, considerado leve, porém suficiente para exigir controle de carga e tratamento.
Segundo o especialista, o retorno depende do andamento da recuperação e da compatibilidade com o regime de treino para fases de carga extrema, como partidas de alto nível. O acompanhamento médico visa preparar o atleta para a Copa sem sobrecarregar a recuperação.
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