- Neymar sofreu lesão grau dois na panturrilha, afastando-o dos gramados e deixando a seleção brasileira em situação delicada.
- O retorno estimado é entre duas e três semanas, o que o coloca fora dos dois amistosos anteriores à Copa do Mundo de 2026 e possivelmente fora da estreia contra o Marrocos.
- A informação foi divulgada por uma jornalista da Globo, que qualificou o quadro como “muito mais sério” e afirmou que Neymar está abatido e mancando.
- O diagnóstico indica necessidade de muito repouso e tratamento intenso, entre 12 e 15 horas diárias, para qualquer condição de recuperação.
- O contexto é a preparação para a Copa do Mundo de 2026, com apreensão sobre a participação de Neymar e sem confirmação de retorno imediato.
Neymar sofreu uma lesão de grau 2 na panturrilha, durante a preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. O incidente ocorreu na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), e o retorno aos treinamentos deve ser definido em duas a três semanas. A confirmação veio após novo exame de imagem confidencial.
O jogador, considerado o principal nome do elenco, está com a perna direita mancando intensamente. A situações foi avaliada pela equipe médica, que aponta necessidade de repouso prolongado e tratamento diário para recuperação.
O quadro ainda implica ausência nos dois amistosos anteriores ao início da Copa e, possivelmente, pode comprometer participação na estreia contra o Marrocos, no dia 13. A diretoria e a imprensa acompanham a evolução com cautela.
Assessores próximos ao grupo disseram que o corte da convocação não está confirmado, porém o quadro foi descrito por uma jornalista da Globo como “muito mais sério”. A lesão não permite envolvimento em jogo no curto prazo.
Neymar permanece sob observação, com previsão de reavaliação em breve. Em paralelo, a comissão técnica não confirmou data para retorno oficial aos gramados, mantendo o foco na recuperação segura do jogador.
A lesão é considerada uma das mais complexas para o atleta, exigindo período de recuperação intenso. Especialistas destacam que não é viável atuar sob sacrifício ou com risco de agravar o estado físico.
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