- Isco desabafou sobre as lesões que enfrentou nos últimos meses, destacando a incerteza de volta aos campos e a possibilidade de não se recuperar.
- O espanhol atuou em apenas nove jogos na temporada, em sua maioria vindo do banco, recorrendo a medicamentos e injeções para jogar pelo Betis no fim da temporada.
- A última lesão aconteceu em novembro de dois mil e vinte e cinco; houve artroscopia no tornozelo direito em dezembro e retorno aos gramados em abril.
- Antes disso, no início da temporada, Isco teve fratura na fíbula da perna esquerda, a mesma lesão que já havia enfrentado em maio de dois mil e vinte e quatro.
- Em entrevista ao Marca, o jogador afirmou que não pensa em aposentadoria, e que vê chances de voltar a curtir o futebol, mesmo com a possibilidade de sequelas para sempre. Ele também contou que o drama fez o filho mais novo desistir de jogar futebol.
Isco desabafou sobre as lesões que enfrentou nos últimos meses. O meia do Betis acredita ter corrido risco de não voltar a atuar e revelou que o drama impactou a família, levando o filho mais novo a desistir de jogar futebol.
Em entrevista ao jornal Marca, Isco contou que a última lesão foi a mais grave da temporada, marcada por incertezas sobre a recuperação. Segundo ele, a idade torna a recuperação mais complexa e desafiadora.
O jogador também afirmou que, nos jogos recentes, atuou com tratamento médico e uso de injeções para suportar a dor, deixando a possibilidade de sequelas em aberto. Ainda assim, mantém o foco em retomar o nível de atuação.
Histórico de lesões
A temporada incluiu uma fratura na fíbula da perna esquerda no início, repetindo lesão anterior de maio de 2024. A primeira cirurgia ocorreu com a artroscopia do tornozelo direito em dezembro, seguiu o retorno aos gramados em abril.
Isco havia chegado ao Betis após passagem pelo Real Madrid. O volante tem 32 anos e busca reconstruir a forma para evitar novas interrupções na carreira.
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