- Gabriel Ganley morreu aos 22 anos, segundo laudo provisório do IML, por possível problema cardíaco; o toxicológico ainda não foi liberado.
- O uso de anabolizantes, prática que ele divulgava nas redes sociais, é apontado como provável responsável pela morte.
- Catarina de Moura, ex-namorada, contou ao Fantástico ter reencontrado Gabriel em 2025, após terem ficado juntos em 2024.
- Ela relatou que o fisiculturista estava visivelmente diferente, mas manteve a mesma essência, lembrando dele como batalhador.
- A matéria inclui informações sobre o choque ao ver o corpo dele e sobre o histórico de anabolizantes divulgado por Gabriel.
Gabriel Ganley, fisiculturista de 22 anos, morreu com um quadro cardíaco, segundo laudo provisório do IML. O exame toxicológico ainda não foi liberado pelo órgão, mas há indícios de que o uso de anabolizantes, prática divulgada por ele nas redes, possa ter contribuído para a morte precoce.
O caso ganhou interesse público após a divulgação de informações sobre a trajetória do atleta e a relação com a ex-namorada Catarina de Moura. Ela contou ter namorado Ganley em 2024 e afirmou ter se reencontrado com ele no ano seguinte, já com o uso de substâncias anabolizantes em curso.
Catarina descreveu, em entrevista ao Fantástico, que o ex-companheiro havia mudado bastante desde o fim do relacionamento. Segundo a versão dela, Ganley estava maior, com traços de masculinidade mais marcados, mantendo, porém, a essência que a marcado como pessoa batalhadora.
A jovem relatou que o reencontro foi emocionalmente intenso: um choque positivo pela transformação física, acompanhada de alegria pelo retorno, mas ainda assim marcada pela surpresa com a mudança drástica de aparência. Ela enfatizou o reconhecimento do esforço dele em buscar os sonhos.
Sobre a morte, o laudo do IML aponta para um problema cardíaco como causa provável. A confirmação dependerá da conclusão do laudo toxicológico, que ainda aguarda divulgação oficial. A equipe médica não divulgou detalhes complementares até o momento.
Em meio às informações, circulam relatos sobre a relação de Ganley com a musculação e o uso de substâncias para melhoria de desempenho. A polícia e o hospital não se pronunciaram sobre investigações adicionais ou sobre possível negligência.
A família e pessoas próximas não comentaram o caso publicamente. A comunidade de fisiculturismo segue acompanhando os desdobramentos, já que a morte envolve questões de saúde, uso de substâncias e riscos associados à prática esportiva de alto desempenho.
As apurações continuam em andamento, com a expectativa de que o laudo toxicológico ajude a esclarecer a relação entre o consumo de anabolizantes e a mortalidade do atleta. Até lá, permanecem as informações oficiais disponíveis.
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