- O Cruzeiro viveu dois cenários no Brasileirão: começo ruim com Tite e, com Artur Jorge, uma recuperação que o coloca na briga pelo título.
- Nos dez jogos sob o comando do treinador português, o aproveitamento foi de 66,67% (seis vitórias, dois empates e duas derrotas), igual ao do Flamengo.
- Se mantivesse a mesma média de pontos nos 18 jogos, o Cruzeiro chegaria a cerca de 36 pontos, ficaria em segundo lugar, a cinco do líder Palmeiras e dois à frente do Flamengo, que tem jogo a menos.
- A melhora defensiva foi determinante: gols sofridos caíram de 2,3 por partida para 0,75, e o desempenho dos goleiros passou de média de 2,8 defesas por jogo para 1,6.
- O ataque também se destacou, com maior efetividade perto do gol e estratégias de ataque direto, incluindo maior criação no terço final e média de 14,7 finalizações por jogo com Artur Jorge.
O Cruzeiro viveu duas realidades distintas no Brasileirão em apenas 18 rodadas. Após um início ruim com Tite, que conciliava o Brasileirão com o Mineiro, Artur Jorge assumiu o comando e mudou o rumo da equipe. Hoje, a Raposa assemelha-se a concorrentes que brigam pelo título.
Com o técnico português, o aproveitamento da equipe é de 66,67% em 10 jogos, com 6 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. O desempenho é equiparado ao do Flamengo no mesmo período.
Se o Cruzeiro mantivesse esse rendimento ao longo das 18 partidas, a equipe chegaria a aproximadamente 36 pontos. Com isso, estaria na segunda posição, a cinco do líder Palmeiras e dois acima do Flamengo, que tem um jogo a menos.
Pontos fortes e fracos do Cruzeiro no Brasileirão
A virada de chave em Artur Jorge deixou o time mais criativo e com defesa mais sólida. Nos últimos 10 jogos, seis foram vencidos, dois empates e duas derrotas, com o Cruzeiro apresentando vantagem em gols esperados em seis partidas.
Duas áreas seguem sob monitoramento. Em bolas paradas, metade dos gols sofridos ocorreu dessa forma, sendo três de pênalti e dois de escanteio. Ainda assim, apenas um gol adversário veio de cabeça, sinal de melhora em bolas aéreas em comparação com a Libertadores.
Na bola aérea, a equipe mantém performance ainda fraca: cerca de 20% de aproveitamento em cruzamentos. Em média, o Cruzeiro cruzou pouco mais de 20 vezes por jogo, com aproveitamento próximo de 4 gols por partida nos cruzamentos.
Defesa mais firme, ataque com destaque
A defesa apresenta evolução significativa. Com Tite, a média de gols sofridos era de 2,3 por jogo; com Artur Jorge, caiu para 0,75, enquanto os gols marcados passaram de 1,1 para 1,3 por jogo.
A atuação dos goleiros também melhorou: a média de defesas caiu de 2,8 para 1,6 por jogo. No ataque, a equipe busca finalizar perto da meta adversária, com maior foco no ataque qualificado.
Ao longo das 10 partidas sob comando de Artur Jorge, o Cruzeiro manteve uma média de 14,7 chutes por jogo, com um aproveitamento de aproximadamente 1 gol a cada 9,19 finalizações.
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