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Endrick aborda paternidade responsabilidade e valores na estreia da Copa do Mundo

Endrick, 19, prepara a estreia na Copa do Mundo enquanto encara a chegada do filho e ressalta o valor do esforço e da disciplina

Endrick — Foto: Reprodução/Instagram
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  • Endrick, de 19 anos, se prepara para a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026 contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em New Jersey, e para a chegada do primeiro filho.
  • Em entrevista à Quem, ele diz que a espera pelo filho é um sonho que se realiza e que ele quer proteger e agradecer.
  • Sobre educação e dinheiro, afirma que o filho precisará se esforçar para alcançar metas, pois o dinheiro não garante reconhecimento; abrir mão de tempo pode ser necessário para o sucesso.
  • Endrick ressalta que não julga a postura de outros jogadores, valoriza fé, disciplina e família, e entende que existem muitos caminhos diferentes no futebol.
  • O jogador menciona que estuda história, clubes e lugares para aprender, e comenta a adaptação na Europa, mantendo disciplina e buscando entender o que o cerca.

Endrick, atacante da Seleção Brasileira, aborda na entrevista a preparação para a estreia na Copa do Mundo de 2026, contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em New Jersey. O jogador de 19 anos fala sobre paternidade, disciplina, educação e os valores que pretende transmitir ao filho que espera com a esposa Gabriely Miranda. O momento une a conta de um sonho esportivo com a chegada de um filho.

Aos poucos, ele descreve como o nascimento do bebê se tornou um novo eixo de motivação. O atleta diz que a espera pelo filho é um sonho realizado e que o momento traz proteção, comemoração e gratidão, dentro de um contexto de grande responsabilidade profissional.

Sobre educação e mérito, Endrick afirma que o dinheiro não define o reconhecimento. Ele diz que, se o filho quiser avançar na carreira, estudar nas melhores universidades ou inovar, será necessário muito esforço e sacrifícios de tempo. O objetivo é ensinar que aplaudem mais quem faz do que quem tem.

No âmbito pessoal, o jogador mantém a imagem associada à fé, à família e à disciplina, e evita julgamentos sobre escolhas de terceiros. Ele relembra que cada pessoa cresceu em contextos diferentes e que o foco é cuidar das pessoas próximas e servir de exemplo, sem impor padrões.

Sobre a adaptação à Europa e as pressões da carreira, Endrick afirma que o estudo constante sobre clubes, cidades, jogadores e estádios ajuda na compreensão do futebol global. Ele ressalta a importância de conhecer o lugar para onde vai, bem como das histórias que a cercam.

A entrevista completa também aborda como o jogador lida com as expectativas que o acompanham desde ainda jovem, a relação entre disciplina dentro e fora de campo e as diversas referências que moldaram sua trajetória. Endrick reforça a ideia de que o caminho importa tanto quanto o talento.

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