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Caso de abuso sexual movido por ex-assistente da Def Jam é arquivado

Justiça federal rejeita ação de ex-assistente contra Kevin Liles, com base em acordo de $47.500 com a Universal Music Group que abrange “any and all” claims

Kevin Liles speaks onstage during the Congressional Black Caucus 53rd Annual Legislative Conference at Walter E. Washington Convention Center on September 13, 2024 in Washington, DC.
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  • Ação de uma ex-assistente da Def Jam contra o ex-presidente Kevin Liles foi rejeitada pela Justiça federal, com base em acordo de 2005 entre Jane Doe e a Universal Music Group.
  • O acordo de 2005 liberou reivindicações contra “qualquer e todas” partes, incluindo Liles, que consta como releasee no documento.
  • O valor do acordo com a Universal foi de $47.500, relativo a uma queixa de 2004 por discriminação e retaliação.
  • Jane Doe alegava à época que foi demitida por denúncias de discriminação/harassment e, em ação apresentada neste ano, afirmou estupro em 2002.
  • A opinião da juíza Naomi Reice Buchwald confirma a extensão do acordo e conclui que não há base para a ação contra Liles como indivíduo; porta-vozes não comentaram.

O juiz federal Naomi Reice Buchwald rejeitou a ação movida por uma ex-assistente da Def Jam contra o ex-presidente da gravadora, Kevin Liles. A decisão sustenta que o acordo de 2005 com a Universal Music Group já abarcava todas as reivindicações, inclusive contra Liles na condição de releasee.

A empresa e o acordo de 2005 são centrais para o caso. Ações de Jane Doe, registradas como discriminatórias e envolvendo assédio, teriam aberto caminho para uma acusação de estupro ocorrida em 2002, segundo a denúncia de 21 páginas. O acordo de 47.500 dólares foi fechado após a queixa apresentada ao NYSDHR em 29 de junho de 2004.

Segundo o veredito, o acordo utiliza linguagem ampla que dispensa “any and all” reivindicações conhecidas ou que deveriam ser conhecidas pela autora, incluindo Liles. O porta-voz de Liles não comentou a decisão, enquanto os advogados da autora não responderam imediatamente. A ré tem afirmado que pretende buscar reparação por danos morais por meio de outros instrumentos legais.

Desdobramentos legais

A defesa de Liles argumentou que o acordo com a UMG o libera como indivíduo. A autora, por sua vez, alegava que o escopo do release não cobria o suposto estupro, chamando o acordo de compensação trabalhista. O caso permanece sem novas ações anunciadas pelos advogados da parte autora.

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