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Llyn Foulkes, ícone da arte contemporânea, morre aos 91 anos

Artista iconoclasta de Los Angeles, Llyn Foulkes morre aos 91 anos; legado híbrido entre pintura, música e performances que desafiaram a indústria cultural

Llyn Foulkes performing on his custom-built instrument Machine at Museum Fridericianum in Kassel, Germany, on 10 June 2012 Photo: Uwe Zucchi / dpa picture alliance / Alamy
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  • Foulkes morreu em 21 de novembro aos 91 anos, conforme anúncio da galeria Kent Fine Art, de Nova York.
  • Foi um artista iconoclasta de Los Angeles, atuando como pintor, músico de jazz e agitador cultural, criticando a mercadoria da indústria artística.
  • Nascido em 1934 em Yakima, Washington, estudou em Ellensburg, mudou-se para Los Angeles em 1957 para cursar Chouinard e abriu sua primeira mostra institucional em Pasadena Art Museum em 1962.
  • A obra integrou o acervo do Los Angeles County Museum of Art em 1964 e teve retrospectiva no Newport Harbor Art Museum em 1974.
  • Recebeu prêmios importantes (Paris Biennial em 1967 e Guggenheim em 1977); participou da Bienal de Veneza em 2011 e da Documenta em 2012, com recente survey na galeria A Hug From The Art World.

Llyn Foulkes, artista iconoclasta de Los Angeles, morreu em 21 de novembro aos 91 anos. A notícia foi anunciada pela galeria Kent Fine Art, de Nova York, que já publicou vários livros sobre o artista. Foulkes foi conhecido por sua prática heterogênea, que combinava pintura, música e arte performática.

Nascido em 1934, em Yakima, Washington, mudou-se para Los Angeles e estudou no Chouinard Art Institute. Seu primeiro painel institucional ocorreu em 1962, no Pasadena Art Museum, e a obra dele integrou a coleção permanente do LACMA em 1964. Em 1974 houve a sua primeira retrospectiva no Newport Harbor Art Museum.

Ao longo dos anos 60 e 70, Foulkes atuou como músico e idealizou projetos como o Rubber Band e The Machine. Recebeu prêmios importantes, incluindo a Paris Biennial em 1967 e uma Guggenheim em 1977. A partir dos anos 1980, incorporou tecidos e referências a Mickey Mouse, ampliando críticas à indústria cultural.

Legado

A carreira de Foulkes manteve-se ativa em exposições e conferências internacionais, com participação na Bienal de Veneza em 2011 e na Documenta de Kassel em 2012. Em meados de 2010s/2020s, sua última retrospectiva foi organizada pela galeria A Hug From The Art World. A divulgação de seus trabalhos e documentários consolidou sua trajetória fora de trilhas acadêmicas.

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