- A Enel, responsável pelo abastecimento na Grande São Paulo, afirmou que pretende normalizar o serviço até, no máximo, domingo 14, após o apagão causado por ventos fortes e tempestades na última quarta.
- No auge do desabastecimento, mais de dois milhões de imóveis ficaram sem energia; na sexta-feira eram 800 mil e, na manhã de sábado, cerca de 500 mil ainda estavam sem luz.
- Neste sábado, 13, 350 mil clientes ainda estavam sem energia por volta das 14h, conforme levantamento da própria Enel.
- A empresa informou ter mobilizado um número recorde de equipes em campo para tentar restabelecer o serviço.
- A Justiça de São Paulo determinou restabelecimento em até 12 horas, com multa de 200 mil reais por hora; a Enel disse que não foi notificada da decisão.
A Enel, responsável pelo abastecimento na Grande São Paulo, informou neste sábado que pretende normalizar o serviço até o fim do dia, no máximo. A previsão é restabelecer a energia para todos os clientes ainda hoje.
Segundo a empresa, houve mobilização de um número recorde de equipes em campo para acelerar o retorno. Até as 14h, cerca de 350 mil clientes ainda estavam sem energia na região. A queda ocorreu após ventos fortes e tempestades na quarta-feira.
Na noite de sexta, o Ministério Público de SP e a Defensoria Pública pediram que a Enel restabelecesse o fornecimento em até 12 horas, sob multa de 200 mil por hora. A concessionária afirmou não ter sido notificada da decisão.
Contexto operacional
O apagão afetou mais de 2 milhões de imóveis no auge, com 800 mil sem luz na sexta-feira e 500 mil pela manhã de sábado, segundo dados da própria Enel. A empresa detalha que o cenário persistiu em parte da região ao longo do fim de semana.
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