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Pai de Isabel Veloso fala sobre batalha da filha na UTI e mantém esperança

Nos cuidados intensivos em Curitiba, Isabel Veloso enfrenta rejeição do enxerto e infecções graves após transplante de medula óssea, com traqueostomia

Isabel Veloso — Foto: Reprodução/Instagram
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  • Isabel Veloso, 19 anos, está há cerca de 30 dias na UTI do Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, após transplante de medula óssea.
  • Familia relata rejeição do enxerto (Doença do Enxerto contra o Hospedeiro) e infecções graves, levando a traqueostomia após 27 dias de intubação.
  • O pai, Joelson Veloso, fez desabafo público nas redes sociais, reforçando fé, esperança e pedindo orações.
  • Isabel foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin em 2021, entrou em remissão em maio e realizou o transplante em outubro, tendo o pai como doador.
  • Última atualização indica que a traqueostomia ocorreu sem intercorrências, conforme relato do marido, Lucas.

O Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, recebeu há cerca de 30 dias a internação de Isabel Veloso, 19 anos, na UTI após transplante de medula óssea. A jovem foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin em 2021 e teve remissão anunciada em maio. O pai, Joelson Veloso, é o doador.

Segundo a família, Isabel apresenta complicações graves desde o procedimento, incluindo rejeição do enxerto, conhecida como Doença do Enxerto contra o Hospedeiro, e infecções hemorrágicas. A situação tem exigido cuidados intensivos e ajustes constantes no tratamento.

Joelson usou as redes sociais para descrever a angústia da família diante do quadro prolongado e das incertezas, ressaltando a esperança. Ele pediu apoio espiritual e orações, sem mencionar detalhes clínicos de forma invasiva.

A última evolução trazida pelos familiares aponta para a necessidade de traqueostomia, após 27 dias de intubação, para facilitar a respiração da paciente. O procedimento ocorreu sem intercorrências, segundo informações repassadas à imprensa.

Isabel realizou o transplante de medula óssea em outubro, com o próprio pai atuando como doador. A doença de Hodgkin foi anunciada em remissão em maio, após anos de tratamento.

O hospital não divulgou boletins clínicos detalhados nesta edição. A família continua acompanhada pela equipe médica, que acompanha a resposta ao tratamento com monitoramento constante.

O caso segue sob observação no cenário hospitalar, com foco na evolução clínica de Isabel e na resposta aos cuidados intensivos. A família mantém a fé e a esperança como parte do processo de enfrentamento.

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