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Anvisa e MPF firmam acordo para combater cigarros eletrônicos

Anvisa e MPF firmam acordo de cinco anos para ampliar fiscalização e frear o comércio de cigarros eletrônicos, com intercâmbio de dados técnicos

Brasília (DF) 01/12/2023 - Anvisa discute regulamentação de cigarro eletrônico. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
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  • Anvisa e MPF assinam acordo para intensificar fiscalizações e combater o comércio ilegal de cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes.
  • O objetivo é assegurar o cumprimento da RDC 855/2024, que proíbe fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e propaganda de cigarros eletrônicos no país.
  • O acordo terá vigência inicial de cinco anos, com reuniões periódicas entre as equipes envolvidas e sem transferência de recursos entre as partes.
  • Haverá compartilhamento systematic de informações técnicas e dados sobre fiscalizações realizadas em ambientes físicos e virtuais.
  • A parceria prevê ações de comunicação e sensibilização sobre os riscos do uso de cigarros eletrônicos como parte de estratégias de proteção à saúde pública.

A Anvisa e o Ministério Público Federal (MPF) assinaram um acordo para intensificar a fiscalização e o enfrentamento ao comércio ilegal de cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes. O objetivo é cumprir a RDC 855/2024, que proíbe fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e propaganda dos dispositivos no Brasil.

Segundo a Anvisa, a parceria combina a expertise técnica da agência com o poder de atuação jurídica do MPF. O acordo terá vigência inicial de cinco anos, com reuniões periódicas entre as equipes envolvidas. Não há previsão de transferência de recursos entre as partes.

Entenda

O acordo prevê o compartilhamento sistemático de informações técnicas e dados de fiscalizações em ambientes físico e virtual. A Anvisa irá fornecer subsídios técnicos sobre o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, enquanto o MPF fará a apuração de infrações e articulação com outros órgãos de controle.

A parceria também prevê ações de comunicação e sensibilização sobre os riscos do uso de cigarros eletrônicos, como parte de estratégias de proteção à saúde pública.

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