Milhares de pessoas marcharam neste sábado (18) em Washington, D.C., contra as políticas do presidente eleito Donald Trump, que tomará posse na segunda-feira (20). A “Marcha do Povo”, organizada por movimentos de direitos civis e justiça social, abordou temas como acesso ao aborto, mudanças climáticas, violência armada e direitos dos imigrantes. Os manifestantes, muitos usando […]
Milhares de pessoas marcharam neste sábado (18) em Washington, D.C., contra as políticas do presidente eleito Donald Trump, que tomará posse na segunda-feira (20). A “Marcha do Povo”, organizada por movimentos de direitos civis e justiça social, abordou temas como acesso ao aborto, mudanças climáticas, violência armada e direitos dos imigrantes. Os manifestantes, muitos usando gorros rosa, se reuniram em parques antes de seguir para o Memorial Lincoln, onde discursos destacaram a urgência da luta pelos direitos ameaçados.
Os protestos deste ano foram menores em comparação com os de 2017, mas os participantes expressaram otimismo. Susan Dutwells, de sessenta anos, expressou sua preocupação com o retorno de Trump, afirmando que muitos votam contra seus próprios interesses. Sarah Kong, que participou pela primeira vez, disse sentir-se inspirada e motivada pela presença de tantos outros. Marchas semelhantes estão programadas em outras cidades dos EUA, refletindo um clima de resistência.
Trump, que venceu as eleições com mais de 77 milhões de votos, planeja um comício no domingo (19) e a cerimônia de posse na segunda-feira (20), às 14h (horário de Brasília). Devido a temperaturas extremas, a posse ocorrerá dentro do Capitólio, marcando a primeira vez em 40 anos que a cerimônia não será ao ar livre. A mudança foi necessária para garantir a segurança dos participantes, com previsões de temperaturas de até -6ºC e ventos fortes.
A posse de Trump é vista como um retorno significativo, não apenas para ele, mas também para a política americana. O novo presidente prometeu uma série de ações executivas em seu primeiro dia, incluindo medidas rigorosas de imigração e políticas energéticas que podem reverter avanços feitos durante a administração Biden. A expectativa é que suas ações causem um impacto imediato tanto nos EUA quanto no cenário global, especialmente em relação ao comércio e à política ambiental.
Entre na conversa da comunidade