Os rebeldes houthis classificaram os recentes bombardeios dos Estados Unidos no Iêmen como “crimes de guerra”, após o número de mortos subir para 24. Os ataques, que também deixaram 23 feridos, foram confirmados por uma emissora afiliada ao grupo rebelde. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma “ação militar decisiva e poderosa” contra os […]
Os rebeldes houthis classificaram os recentes bombardeios dos Estados Unidos no Iêmen como “crimes de guerra”, após o número de mortos subir para 24. Os ataques, que também deixaram 23 feridos, foram confirmados por uma emissora afiliada ao grupo rebelde. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma “ação militar decisiva e poderosa” contra os houthis, com vídeos mostrando caças decolando de um porta-aviões para realizar os ataques.
Um ataque conjunto americano-britânico atingiu um bairro residencial em Sanaa, a capital controlada pelos houthis, conforme reportado pela emissora Al-Masirah. O governo britânico, no entanto, não confirmou sua participação nos bombardeios. O Ministério da Saúde dos houthis informou que 13 civis foram mortos em Sanaa, enquanto outros 11, incluindo quatro crianças, perderam a vida em um ataque na província de Saada.
Os houthis prometeram que a “agressão não ficará sem resposta”, afirmando que suas forças armadas estão preparadas para uma retaliação. Os ataques dos EUA, que envolveram navios de guerra e jatos, visaram radares e locais de defesa aérea, marcando o início de uma campanha para degradar as capacidades militares do grupo, segundo o Washington Post.
Além disso, os houthis anunciaram que retomariam ataques a barcos que considerassem vinculados a Israel no mar Vermelho, em apoio aos palestinos da Faixa de Gaza. O grupo, que controla grandes áreas do Iêmen e a capital desde 2014, justificou sua decisão devido ao bloqueio de ajuda humanitária imposto por Israel desde o dia 2 de março.
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