A Síria recebeu uma nova resolução das Nações Unidas, aprovada em quatro de abril de dois mil e vinte e cinco, que visa investigar violações de direitos humanos no país após a guerra civil de treze anos sob o regime de Bashar al-Assad. A resolução, aprovada sem oposição no Conselho de Direitos Humanos em Genebra, solicita que o novo governo sírio colabore nas investigações sobre os crimes cometidos desde o início do conflito em dois mil e onze.
O embaixador da Síria na ONU em Genebra, Haydar Ali Ahmad, destacou que o apoio internacional representa um incentivo para continuar o caminho da reforma. A aprovação da resolução reflete uma mudança na postura dos quarenta e sete países membros do conselho em relação ao novo governo, que busca melhorar seu histórico de direitos humanos. O atual presidente do governo de transição, Ahmed al-Sharaa, liderou os rebeldes que tomaram Damasco em dezembro.
Após a saída de Assad para a Rússia, o novo governo expressou satisfação com a resolução, com o ministro das Relações Exteriores da Síria, Asaad al-Shibani, afirmando que o país está orgulhoso de sua participação na elaboração do documento. Os membros do conselho também elogiaram o engajamento da Síria e exigiram que o país cumpra os compromissos estabelecidos, incluindo a criação de uma Comissão de Inquérito para investigar crimes graves desde o início da guerra.
A guerra civil na Síria resultou em mais de cem mil desaparecimentos, além de torturas e uso de armas químicas pelo regime de Assad. A nova resolução representa um passo significativo na busca por justiça e responsabilização pelos crimes cometidos durante o conflito, refletindo a pressão internacional sobre o novo governo para demonstrar um compromisso genuíno com os direitos humanos.
A Síria acolheu uma nova resolução das Nações Unidas, aprovada em quatro de abril de dois mil e vinte e cinco, que visa investigar violações de direitos humanos no país após a guerra civil de treze anos sob o regime de Bashar al-Assad. A resolução, aprovada sem oposição no Conselho de Direitos Humanos em Genebra, solicita que o novo governo sírio colabore nas investigações sobre os crimes cometidos desde o início do conflito em dois mil e onze.
O embaixador da Síria na ONU em Genebra, Haydar Ali Ahmad, destacou que o apoio internacional representa um “forte incentivo para continuar o caminho da reforma”. A aprovação da resolução reflete uma mudança na postura dos quarenta e sete países membros do conselho em relação ao novo governo, que busca melhorar seu histórico de direitos humanos. O atual presidente do governo de transição, Ahmed al-Sharaa, liderou os rebeldes que tomaram Damasco em dezembro.
Após a saída de Assad para a Rússia, o novo governo expressou satisfação com a resolução, com o ministro das Relações Exteriores da Síria, Asaad al-Shibani, afirmando que o país está “orgulhoso” de sua participação na elaboração do documento. Os membros do conselho também elogiaram o engajamento da Síria e exigiram que o país cumpra os compromissos estabelecidos, incluindo a criação de uma Comissão de Inquérito para investigar crimes graves desde o início da guerra.
A guerra civil na Síria resultou em mais de cem mil desaparecimentos, além de torturas e uso de armas químicas pelo regime de Assad. A nova resolução representa um passo significativo na busca por justiça e responsabilização pelos crimes cometidos durante o conflito, refletindo a pressão internacional sobre o novo governo para demonstrar um compromisso genuíno com os direitos humanos.
Entre na conversa da comunidade