A espionagem entre Brasil e Paraguai se intensificou após denúncias de monitoramento pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que buscava informações sobre as negociações do Tratado de Itaipu. Um funcionário da Abin revelou à Polícia Federal que a agência invadiu sistemas do governo paraguaio, resultando em um incidente diplomático e na suspensão das negociações entre os dois países.
O monitoramento tinha como objetivo coletar dados sobre valores em negociação no Anexo C do Tratado de Itaipu, uma usina hidrelétrica na fronteira entre Brasil e Paraguai. Especialistas afirmam que, embora a espionagem seja comum em tempos de guerra, não existem regras claras que a regulem em tempos de paz, o que pode levar a um impasse diplomático. O governo paraguaio exigiu esclarecimentos do Brasil sobre as invasões.
As investigações da Polícia Federal também envolvem a suspeita de uma estrutura paralela dentro da Abin, que teria realizado ações ilícitas de monitoramento. O depoimento do funcionário indica que as operações começaram durante o governo Jair Bolsonaro e continuaram sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, com autorização de diretores da Abin. O caso ressalta a complexidade das relações bilaterais entre Brasil e Paraguai, especialmente em relação à gestão da Usina Hidrelétrica de Itaipu.
Além disso, a Abin monitorou uma ONG que promovia uma campanha sobre uma suposta “dívida espúria” do Brasil relacionada à Itaipu. A agência temia que a campanha, supostamente apoiada por agentes estrangeiros, pudesse impactar negativamente a indústria brasileira, aumentando custos de energia e diminuindo a competitividade no comércio internacional. Em resposta às denúncias, o governo paraguaio paralisou as negociações sobre a comercialização da energia gerada pela usina.
A espionagem entre Brasil e Paraguai se intensificou após denúncias de monitoramento sigiloso pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que visava obter informações sobre as negociações do Tratado de Itaipu. Recentemente, um funcionário da Abin revelou à Polícia Federal que a agência invadiu sistemas do governo paraguaio, o que gerou um incidente diplomático e a suspensão das negociações entre os países.
O monitoramento teria sido realizado para coletar dados sobre valores em negociação no Anexo C do Tratado de Itaipu, uma usina hidrelétrica na fronteira entre Brasil e Paraguai. Especialistas afirmam que, embora a espionagem seja comum em tempos de guerra, não existem regras claras que a regulem em tempos de paz, o que pode resultar em um “impasse diplomático”. O governo paraguaio exigiu esclarecimentos do Brasil sobre as invasões.
As investigações da Polícia Federal também envolvem a suspeita de uma estrutura paralela dentro da Abin, que teria realizado ações ilícitas de monitoramento. O depoimento do funcionário menciona que as operações começaram durante o governo Jair Bolsonaro e continuaram sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, com autorização de diretores da Abin. O caso destaca a complexidade das relações bilaterais entre Brasil e Paraguai, especialmente em relação à gestão da Usina Hidrelétrica de Itaipu.
Além disso, a Abin monitorou uma ONG que promovia uma campanha sobre uma suposta “dívida espúria” do Brasil relacionada à Itaipu. A agência temia que a campanha, supostamente apoiada por agentes estrangeiros, pudesse impactar negativamente a indústria brasileira, aumentando custos de energia e diminuindo a competitividade no comércio internacional. O governo paraguaio, por sua vez, paralisou as negociações sobre a comercialização da energia gerada pela usina em resposta às denúncias.
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