A República Democrática do Congo e Ruanda assinaram um acordo em Washington para respeitar a soberania um do outro e trabalhar em um acordo de paz até 2 de maio. O pacto foi assinado pelos ministros das Relações Exteriores dos dois países, com a presença do Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Nos últimos meses, a violência do grupo rebelde M23, que conta com apoio de Ruanda, causou o deslocamento de centenas de milhares de civis. A RDC, após perder território, pediu ajuda dos EUA em troca de acesso aos recursos minerais. O acordo também prevê investimentos dos EUA, mas os combates continuam em Kivu do Norte, onde a situação humanitária piora. Desde janeiro, cerca de sete mil pessoas morreram na região, e o M23 tem tomado cidades importantes. A RDC acusa Ruanda de apoiar o M23, mas Ruanda nega, apesar das alegações da ONU e dos EUA. As partes afirmaram querer a paz, mas os conflitos ainda levantam preocupações sobre uma possível escalada da violência.
A República Democrática do Congo (RDC) e Ruanda firmaram um acordo em Washington para respeitar a soberania mútua e elaborar um acordo de paz até 2 de maio. O pacto foi assinado pelos ministros das Relações Exteriores dos dois países, com a presença do Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio.
Nos últimos meses, centenas de milhares de civis foram deslocados devido à violência provocada pelo grupo rebelde M23, que é apoiado por Ruanda. O governo da RDC, após perder território, buscou ajuda dos EUA em troca de acesso aos recursos minerais da região. As relações entre os dois países têm sido tensas, e o encontro em Washington representa um avanço nas negociações.
O texto do acordo prevê investimentos significativos facilitados pelo governo e pelo setor privado dos EUA. Apesar das promessas de diálogo, os combates continuam em Kivu do Norte, onde a situação humanitária se agrava. Desde janeiro, aproximadamente sete mil pessoas foram mortas na região, e a luta pelo controle de áreas ricas em minerais intensificou-se, com o M23 capturando cidades importantes como Goma e Bukavu.
A RDC acusa Ruanda de armar e apoiar o M23, enquanto Ruanda nega essas alegações, apesar das afirmações da ONU e dos EUA. As partes envolvidas expressaram compromisso com a paz, mas a continuidade dos conflitos levanta preocupações sobre uma possível escalada da violência na região.
Entre na conversa da comunidade