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Netanyahu afirma que Israel se defenderá sozinho após acordo dos EUA com os Houthis

Israel se prepara para agir sozinho contra os Houthis após acordo dos EUA que exclui o país das negociações. Tensão aumenta.

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país se defenderá sozinho contra os rebeldes Houthis do Iémen, após um acordo entre os EUA e o grupo que não incluiu Israel. Esse acordo permite que os Houthis continuem atacando Israel, o que pegou o governo israelense de surpresa, já que não foi informado previamente sobre a trégua. Netanyahu destacou que Israel já realizou ataques militares sem a ajuda dos EUA e que, se necessário, continuará a se defender independentemente. O presidente dos EUA, Donald Trump, descreveu o acordo como uma rendição dos Houthis, mas também elogiou a resistência do grupo. A situação mostra que as preocupações de Israel não foram uma prioridade nas negociações dos EUA, segundo analistas. Apesar disso, não houve críticas públicas de autoridades israelenses sobre a decisão dos EUA.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país se defenderá sozinho contra os rebeldes Houthi do Iémen. A declaração ocorreu após um acordo entre os Estados Unidos e os Houthis, que não incluiu Israel nas negociações. O pacto permite que os Houthis continuem seus ataques contra Israel, enquanto Netanyahu reafirma a autonomia militar israelense.

O acordo, anunciado após ataques israelenses a aeroportos no Iémen, pegou Israel de surpresa. Um oficial israelense informou que o governo não foi avisado previamente sobre a trégua. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o país interromperia uma campanha militar contra os Houthis em troca da suspensão de ataques a interesses americanos na região. No entanto, os Houthis confirmaram que os ataques a Israel prosseguiriam.

Netanyahu declarou: “Israel defenderá a si mesmo.” Historicamente, Israel tem realizado operações conjuntas com os EUA, mas os recentes ataques a alvos no Iémen foram realizados de forma independente. O primeiro-ministro enfatizou que, mesmo sem apoio americano, Israel manterá sua capacidade de defesa.

O ex-enviado dos EUA para o Oriente Médio, Dennis Ross, destacou que a trégua entre os EUA e os Houthis ignorou as preocupações israelenses. Ele observou que Netanyahu frequentemente é deixado à margem em negociações que envolvem grupos como Hamas e Irã. Ross afirmou que a administração Trump prioriza os interesses americanos, sem considerar Israel como um fator central.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, reiterou que o país deve ser capaz de se defender de qualquer ameaça. A designação dos Houthis como Organização Terrorista Estrangeira foi feita por Trump no final de seu primeiro mandato, mas foi revogada por Joe Biden em 2021, sendo restabelecida em janeiro deste ano.

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