A Índia acusou o Paquistão de quebrar um acordo de cessar-fogo logo após ele ser firmado. Os dois países estavam em conflito na fronteira há quatro dias. A denúncia veio de uma fonte do governo indiano, enquanto explosões foram ouvidas em Srinagar, a principal cidade da Caxemira controlada pela Índia, onde a energia foi cortada. Em Jammu, moradores relataram ataques de drones. O ministro-chefe de Jammu e Caxemira, Omar Abdullah, expressou sua indignação nas redes sociais, questionando o que aconteceu com o cessar-fogo e mencionando que as unidades de defesa aérea estavam atirando. O cessar-fogo, que deveria ter começado às 17h, foi acordado em uma ligação entre os diretores de operações militares dos dois países.
A Índia acusou o Paquistão de violar o acordo de cessar-fogo poucas horas após sua implementação. O conflito entre os dois países, que já dura quatro dias, intensificou-se na região da Caxemira. A informação foi confirmada por uma fonte do governo indiano à agência AFP.
Na noite de sábado, explosões foram ouvidas em Srinagar, a principal cidade da Caxemira administrada pela Índia. Moradores relataram cortes de energia e ataques de drones em Jammu, conforme noticiado pela Reuters. Testemunhas afirmaram que projéteis foram vistos no céu, aumentando a tensão na região.
O ministro-chefe de Jammu e Caxemira, Omar Abdullah, expressou sua indignação nas redes sociais, questionando: “Que diabos aconteceu com o cessar-fogo?” Em uma postagem, ele compartilhou um vídeo que capturou as explosões, afirmando que as unidades de defesa aérea estavam em ação.
O cessar-fogo, que deveria ter começado às 17h, horário local, foi acordado em uma ligação entre os diretores-gerais de operações militares da Índia e do Paquistão. O secretário de Relações Exteriores da Índia, Vikram Misri, confirmou que ambos os lados deveriam cessar todas as hostilidades em terra, ar e mar.
A situação na Caxemira continua tensa, com a população local preocupada com a possibilidade de novos confrontos. As autoridades indianas monitoram a situação de perto, enquanto a comunidade internacional observa os desdobramentos.
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